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terça-feira, 6 de outubro de 2009

História das Marcas


As marcas foram utilizadas pela primeira vez na historia antigo Egito como forma de identificar a propriedade e orgulho dos criadores, quem viveu naquela época saberia que o grande senhor Ti tinha o melhor gado devido a uma alimentação primorosa e grande cuidado que tinha com seus bois. É evidente que com grandes espaços abertos seu gado se misturaria com animais de outros criadores, dessa forma foi necessário desenvolver alguma forma de identificação. A partir de uma escavação realizada num antigo cemitério de animais da 26ª dinastia, acredita-se que uma forma de identificar um animal era marcar ou corroer seus chifres. Todavia, marcações de animais era comumente representada em tumbas Tebanas (Nebamun and Neferhotep) e também no papiro Varzy, marcações eram talvez as formas mais efetiva de identificação praticadas em grandes nações e templos.

Animais são marcados já há muito tempo; o termo “maverick” em inglês, “bezerro sem marca” era uma citação do rancheiro texano Samuel Augustus Maverick que, durante a guerra civil americana, percebeu que todos marcavam seu gado, e decidiu que os dele seriam identificados por não haverem nenhum tipo de marcação.

Marcações eram usadas também como forma de identificar prisioneiros como símbolo de desonra, a marca dos escravos. Todos as letras do alfabeto podem ser reproduzidas com ferro em brasa retorcida na configuração da letra “J”.

Bandeiras também eram tidas como uma forma de marca, o uso de bandeiras se espalhou pela Índia e China, onde certamente foram inventadas, até os vizinhos próximos como a Birmânia, Sião e sudeste da Ásia.

Os persas usaram a bandeira Drafsch e Kavian na época da dinastia aqueménida de 500-330aC. Depois disso usaram bandeiras com um aspecto um pouco diferente na era Sassânida (224-651). Que também era usada para representar o Estado Sassânida – Ērānshāhr, o “reino do Iran” – esta foi talves a primeira “bandeira nacional” do Iran.

Mas a primeira vez que as marcas foram usadas para identificar um produto manufaturado foi na antiga Roma.

Foram encontrados num deposito de materiais em Modena vasos, garrafas, tijolos e lamparinas a óleo, cada qual com o nome do artesão que a fez.

Firmalampen ou “lâmpadas firma” foi um dos primeiros produtos produzidos em massa nos tempos romanos (aproximadamente em 150 d.C.). Portavam claramente suas marcas gravadas na parte de baixo.

Foram achadas também diferentes marcas de Garum, ou liquamen, um tipo de condimento para peixe muito popular na sociedade da Roma Antiga (Também jarros de vinho com a denominação “vesuvinum”, um trocadilho de marketing para “vinho do Vesúvio” achados em Pompéia).

Existiu também as espadas do tipo escandinava (século XI). Uma das quais com cabo de bronze, ornada com base no imaginário de monstros (tal qual as pedras de runas) com uma marca (marca registrada) na lamina: “Kоваль Людота (Людоша )” (“Koval Ludota (Ludosha)” traduzidas como “O ferreiro Ludota (Ludosha)”. Esta era a mais antiga arma com marca em cirílico. A marca do primeiro ferreiro fabricante de espadas.

O uso de Brasões de famílias nos tempos medievais para distinguir uma família da outra, evidenciando suas características principais ainda hoje é uma forma de diferenciação de produtos (famílias) que teve início ao mesmo tempo no ocidente e também no Japão,eles aplicavam seus brasões na forma de Tsubas.

Os Tsubas - (鍔) eram proteções, normalmente de forma circular ou muitas vezes na forma de círculos achatados, das empunhaduras de espadas japonesas, os katanas e suas variações (tachi, wakizashi etc.). Os tsubas eram usados para prevenir que as mãos escorregassem para as laminas durante a perfuração ou o ataque frontal da espada do oponente.

Nicolas Appert ( 17 de novembro de 1749 – 3 de junho de 1841), nascido em Châlons en Cahmpagne foi o inventor da comida preservada pela supressão de ar. Appert, conhecido como o “pai dos enlatados” - father of canning era um confeiteiro.

A cervejaria britânica Bass & Company, alega que seu triangulo vermelho foi a primeira marca registrada do mundo. A Lyle’s Golden Syrup tem uma alegação parecida, a de ser a mais antiga marca da Grã-bretanha com a sua embalagem verde e dourada que se manteve inalterada desde 1885.

Estes são os antigos exemplos de “protomarcas” ou marcas que surgiram antes da revolução industrial e a produção em massa e subsequentemente o marketing de massa.

As marcas no campo do marketing de massa originaram-se no século 19 com o advento dos bens embalados. A industrialização trouxe a produção de diversos objetos do uso cotidiano, tais como o sabão, de comunidades locais para fabricas centralizadoras. Quando embarcava seus artigos, as fabricas literalmente imprimiam seu logo ou sua insígnia nos barris usados, extendendo o significado de marca para “trademark”.

Nos idos de 1900, James Walter Thompson publicou um artigo na forma de anuncio explicando o conceito de marca. Essa foi à primeira explanação comercial conhecida como branding. Companhias como a Coca-cola, IBM e Fiat logo adotaram seus “slogans”. Mascotes, e jingles publicitários que logo começaram a aparecer nos recém criados rádios e televisores.

No que se refere a Coca-cola ... profissionais de marketing costumam dizer que o mundo sofreu uma transformação a partir do momento em que a primeira garrafa de Coca-cola foi vendida na farmácia de Jacobs em Atlanta, Geórgia no dia 8 de maio de 1866. o nome e o produto por si só tem diversos significados para centenas de milhões de consumidores em todo o mundo. Os produtos da “Coca-cola” são servidos mais de 705 milhões de vezes todos os dias, matando a sede de consumidores em mais de 200 paises e territórios ao redor do globo.

Vejamos como a Coca-cola evoluiu desde aquele dia:

1886 - Vendas de Coca-Cola atingem a marca de nove drinks por dia. Dr. Pemberton vendeu 25 galões de xarope, embarcou em barris de madeira vermelhos. Desde então a cor vermelha está associada com a marca de refrigerante numero um no mundo.
1891 – O empresário de Atlanta na Geórgia, USA adquiriu os negócios da Coca-Cola. Pemberton se viu obrigado a vender pois, estava em péssimo estado de saúde e com dívidas. Ele investiu US$ 76,96 em propaganda, mas teve apenas US$ 50,00 em lucros. Candler pagou pela aquisição US$ 2.300,00. Em quatro anos, a campanha de merchandising de Candler fez com que o consumo de Coca-Cola expandisse para todos os estados americanos.
1893 – No mês de janeiro a “Coca-Cola” teve seu registro no escritório de patentes Americano.
1917 – 3 Milhões de garrafas de Coca-Cola vendidas por dia. “torna-se a marca registrada mais conhecida do mundo”.
1925 – 6 Milhões de garrafas de Coca-Cola vendidas por dia.
1927 – Primeiro spot de radio da Coca-Cola.
1929 – Coca-Cola agora é vendida nas “Vending Machines”.
1931 – Chega ao mercado a “Coke Santa” (referencia da Coca-Cola ao Papai Noel) como promoção de natal.
1934 – A Coca-Cola cria uma bandeja de serviço metálica com Johnny Weissmuller, campão olímpico de natação, e Maureen O’Sullivan, astro de cinema.
1940 – A Coca-Cola é engarrafada em mais de 40 países.
1950 – Começa a anunciar em televisão. Atualmente os anúncios de Coca-Cola são exibidos em 500 canais de televisão no mundo todo.
1971 – Ano de lançamento do tema "I'd like to Buy the World a Coke" – “Gostaria de pagar ao mundo uma Coca”.
1977 – A garrafa de Coca-Cola em seu formato peculiar é patenteado.
1982 – Introdução da Coca-Cola Diet.
1988 – A Coca-Cola torna-se a primeira operadora independente na União Soviética.
1993 – A venda de Coca-Cola ultrapassa a marca de 10 bilhões de caixas vendidas ao redor do mundo.
1993 – Lançamento do slogan “sempre Coca-Cola”
1995 – Coca-Cola foi consumida no Ônibus Espacial – é a terceira vez que bebem Coca-Cola no espaço e a primeira que bebem Diet Coke.
1996 – Jogos Olímpicos disputados em Atlanta, terra natal da Coca-Cola. Por mais de 65 anos, Coca-Cola patrocina os Jogos Olímpicos.
2002 – A plataforma de marketing “Welcome to the coke side of life” – bem-vindo ao lado Coca-Cola da vida – faz seu debut.
2005 – Coca-Cola a sua lata de Alumínio.
2008 – Coca-Cola celebra seus 80 anos de contínuo envolvimento com os Jogos Olímpicos – marca esta, não atingida por nenhum outro patrocinador.
Veja esta matéria em inglês

domingo, 21 de junho de 2009

Casas concebidas pela bio-engenharia (Bio-engeneered House - BEH)



Biomimética (de bios-vida e mimesis- imitação) conceito antigo que volta a ser considerado no pensamento cientifico que examina a natureza, seus modelos, sistemas processos e elementos- e os emula ou servem de inspiração para resolver problemas de sustentabilidade. Na literatura cientifica e técnica de engenharia, muitas vezes é usado o termo Biomimética para o processo de compreendimento e aplicação de princípios biológicos em designes humanos.

O centro Eastgate em Harare no Zimbábue, tem a melhor arquitetura no estilo verde e em adaptação ecológica. A maior central de lojas e escritórios comerciais do país é uma maravilha da arquitetura no que diz respeito ao uso de princípios biomiméticos. O edifício de estatura mediana, concebido pelo arquiteto Mick Pearce em trabalho conjunto com os engenheiros da Arup Associados, não tem um sistema de ar-condicionado convencional, e sim sistema de regulagem de base anual de infinitamente menor consumo de energia cujo design foi inspirado nos trabalho de maçons construtores zimbabueanos e nos auto-resfriados termiteiras africanas (ninhos de cupins terrestres)!

A camada de ar externa que e dragada pode ser tanto aquecida como resfriada pela massa da construção dependendo de que área está mais quente, se é o ar ou o edifício de concreto. Então o ar e ventilado para os andares do edifício e escritórios e só então são retirados por meios de chaminés no teto. O complexo compõem-se de dois edifícios, lado-a-lado separados por um espaço que é coberto por vidro e aberto às bisas locais.

O centro Eastgate usa menos de 10% da energia demandada por um edifício convencional do mesmo tamanho. Eficiência esta que atinge seu objetivo principal: os proprietários do Eastgate economizaram US$ 3.5 milhões só pelo fato de não ter que instalar um sistema de ar condicionado.

Imagine então se pudéssemos desenvolver uma forma de vida geneticmente modificada com o propósito de construir espaços residenciais, casas completamente adaptadas ao ambiente.

Mitchell Joachin dos laboratório do MIT lidera um time que está incumbido de desenhar uma casa-arvore. Não se trata de uma casa colocada em uma arvore, mas sim de uma arvore viva que será esculpida e transformada em uma casa. Obviamente uma casa que também é uma arvore terá sistemas radicalmente inovativos para todos os aspectos de vida. A água será gerada no telhado e circulará através da gravidade pela casa, onde será utilizada pelos moradores, filtrada no jardim e purificada em um lago onde bactérias, peixes e plantas farão a reciclagem dos dejetos.

Esta casa será completamente auto-suficiente, uma casa apropriadamente chamada de “Casa Tecno Gaia” ( Técnico-gaianismo é um morfema que faz uma fusão de duas palavras, “Técnico” de tecnológico e “Gaia” da filosofia de Gaia na qual a linha de ponta dos ambientalistas trabalham suas pesquisas, desenvolvimento e usando as recentes e futuras tecnologias para restaurar o ambiente do planeta terra. Tecno-gaianos argumentam que desenvolver tecnologia alternativa segura e limpa consiste na principal meta dos ambientalistas).

Com o advento das BEHs nos não nos preocuparemos mais com os preços dos matérias de construção; tudo o que teríamos que fazer seria comprar uma semente de BEH e deixá-la crescer. Obviamente em determinado estagio do crescimento, instruções genéticas seriam fornecidas para que parassem de crescer, amenos que queiram uma mansão.

Tenho certeza que veremos num futuro próximo, projetos como a “TERMITEIRA LIBÉLULA”, uma casa gigante construída por cupins de terra geneticamente modificados com 2 cm de comprimento chamados de Megatermites. Casas com sistema de refrigeração e oxigenação muitíssimo efetivos. As janelas serão feitas a partir do DNA alterado de suas asas resultando num vitral maravilhosamente concebido.

Moluscos gigantes darão existência às “CONCHAS ESPIRAIS CACO3” casas pré-fabricadas que tirarão vantagem do próprio sistema vascular como conduítes elétricos e tubulação de água. E a estrutura de madrepérola semi-transparente proporcionará um efeito de iluminação extraordinário durante os dias e a luminescência natural fornecerá uma luz natural e calma durante as noites.

domingo, 17 de maio de 2009

Tomadas e plugues ao redor do mundo


O Brasil é o único país no mundo que tem planos de introduzir o sistema de plugues e tomadas domésticos no padrão internacional IEC 60906-1 para 230 V. Esta padronização surgiu no encontro da Comissão Eletrotécnica Internacional de 1986 com planos para ser adotada pelo continente europeu e outras regiões do mundo com distribuição de 230V.

Quando a eletricidade foi introduzida para fins domésticos era utilizada principalmente para iluminação. Na época, as companhias de distribuição de eletricidade usavam o sistema de tarifas divididas, no qual o custo da eletricidade para iluminação era mais baixo do que para outras propostas. Mas ainda assim permitiu o surgimento de eletrodomésticos portáveis (aspiradores de pó, ventiladores, e secadores de cabelos) conectados a adaptações de encaixe ao soquete de iluminação.

A primeira tomada para ser utilizada com plugues de encaixe próprios na forma de duas laminas macho em tomada fêmea, para uso em aparelhos de iluminação e utilitários de ajuda domésticos, por meio de conexão ao sistema elétrico foi inventado em 1904 por Harvey Hubbell em 1904 sob a patente U.S. Patent 774,250.

Hoje são diversos os padrões utilizados no mundo:

A (NEMA 1-15 USA 2 pontos)

B (NEMA 5-15 USA 3 pontos)

C (CEE 7/16)

D (BS546 5 A)

E (Francês)

F (CEE 7/4 "Schukostecker" ou "com aterramento")

G (BS1363 com fusivel 13 A)

H (SI 32 Israel)

I (AS-3112 Argentina / Austrália / Nova Zelândia)

I, soquetes adicionais para A, C e I (China)

J (SEV-1011 Suiça)

K (SRAF 1962/DB Dinamarca)

L (CEI 23-16 Itália)


Região | Tipo(s) de tomada e plugue | Voltagem | Frequência | Observações

Afeganistão, D, F 240 V 50 Hz voltagem pode variar de 160 a 280.
Albânia C, F 220 V 50 Hz
Argélia C, F 230 V 50 Hz
Samoa Americana A, B, F, I 120 V 60 Hz
Andorra C, F 230 V 50 Hz
Angola C 220 V 50 Hz
Anguilla A (maybe B) 110 V 60 Hz
Antígua A, B 230 V 60 Hz voltagem nos aeroportos é de 110 V.
Argentina C, I 220 V 50 Hz Positivo e negativo são invertidos para tomadas do tipo I em comparação a maioria dos outros países.
Armênia C, F 220 V 50 Hz
Aruba A, B, F 127 V 60 Hz Lago Colony 115 V.
Austrália I 230 V 50 Hz No ano 2000, as voltagens principais descritas na AS 60038 com 230 V com tolerância de +10% -6%[3]. Através da harmonização de voltagens - embora ainda haja tolerância para 240 "two-forty volts". (comumente encontrada).
Áustria C, F 230 V 50 Hz
Azerbaijão C 220 V 50 Hz
Açores C, F 220 V 50 Hz
Bahamas A, B 120 V 60 Hz junto com 50 Hz em outras áreas.
Bahrain G 230 V 50 Hz Awali 110 V, 60 Hz.
Ilhas Baleares C, F 220 V 50 Hz
Bangladesh A, C, D, G, K 220 V 50 Hz
Barbados A, B 115 V 50 Hz
Bielo-Rússia C 220 V 50 Hz
Bélgica C, E 230 V 50 Hz
Belize A, B, G 110 V e 220 V 60 Hz
Benin C, E 220 V 50 Hz
Bermuda A, B 120 V 60 Hz
Butão D, F, G, M 230 V 50 Hz
Bolívia A, C 220 V 50 Hz La Paz e Viacha 115 V.
Bonaire 127 V 50 Hz o receptáculo é uma combinação de B&C sem conector de terra.
Bósnia C, F 220 V 50 Hz
Botswana D, G, M 231 V 50 Hz
Brasil Os tipos A, B, C, I 127 V e 220 V 60 Hz estão se tornando comuns para tomadas de 220 V em áreas de 127 V. o fornecimento de duas voltagens são bastante comuns em diversas regiões brasileiras, equipamentos como secadoras de roupas, e chuveiros elétricos tendem a utilizar 220 V mesmo em áreas de 127 V. Dependendo da região as voltagens podem ser de 115 V, 127 V, ou 220 V. Os tipos A, B e C muitas vezes estão juntos (com pinos achatados ou redondos) desta forma os tipos A, B ou C podem ser usados. É importante notar que em 2009, Brasil inicia os trabalhos para a conversão ao padrão Internacional IEC 60906-1 , muito parecido com as do tipo J porem não são compatíveis.
Brunei G 240 V 50 Hz
Bulgária C, F 230 V 50 Hz
Burkina Faso C, E 220 V 50 Hz
Burundi C, E 220 V 50 Hz
Camboja A, C, G 230 V 50 Hz
Camarões C, E 220 V 50 Hz
Canada A, B 120 V 60 Hz padrão para 120 V. 240 V usadas para equipamentos tais como secadoras de roupas, ar condicionado, fornos elétricos e maquinarias. Prédios com duas redes de circuitos são comuns. As tomadas do tipo A são utilizadas somente para reformas de instalações antigas. As do tipo B em novas construções e revisão da parte elétrica. A as 20-Amp do tipo B porem, tem encaixe do tipo T é são usadas nas novas construções de instalações de cozinhas.
Ilhas Canárias C, E, F, L 220 V 50 Hz
Cabo Verde C, F 220 V 50 Hz
Ilhas Caiman A, B 120 V 60 Hz
República Centro-Africana C, E 220 V 50 Hz
Chad D, E, F 220 V 50 Hz
Channel Islands C, G 230 V 50 Hz
Chile C, L 220 V 50 Hz
China (Somente no continente Chinês) A, C, I 220 V 50 Hz A maioria das tomadas encaixam as do tipo A e I Algumas tomadas encaixam as do tipo A e C ( os buracos das tomadas tem cortes verticais no centro e encaixes circulares nos lados) desta forma podem ser usadas as do tipo A ou C. As tomadas do tipo A so encaixam plugues com pinos do mesmo tamanho – um tipo A polarizado pede um adaptador. NOTA IMPORTANTE. Qualquer que seja o tipo de tomada encontrada na China lembre-se que a voltagem será sempre de 220 volts.
Colômbia A, B 120 V 60 Hz ar condicionado de alta potência, equipamentos de restaurantes, e fornos elétricos pedem sempre por tomadas de 240 volts.
O (Código Elétrico Colombiano) trata-se essencialmente da tradução do codigo elétrico Norte Americano.
Comoros C, E 220 V 50 Hz
Congo-Brazzaville C, E 230 V 50 Hz
Congo-Kinshasa C, D 220 V 50 Hz
Ilhas Cook 240 V 50 Hz
Costa Rica A, B 120 V 60 Hz
Costa do Marfim C, E 230 V 50 Hz
Croácia C, F 230 V 50 Hz
Cuba A, B 110 V 60 Hz
Chipre G 240 V 50 Hz
República Checa C, E 230 V 50 Hz
Dinamarca C, K 230 V 50 Hz Type E is added from July 2008.[5]
Djibouti C, E 220 V 50 Hz
Dominica D, G 230 V 50 Hz
República Dominicana A, B 110 V 60 Hz
Timor Leste C, E, F, I 220 V 50 Hz
Equador A, B 120 V 60 Hz
Egito C 220 V 50 Hz
El Salvador A, B 115 V 60 Hz
Guinê Equatorial C, E 220 V 50 Hz
Eritrea C 230 V 50 Hz
Estónia C, F 230 V 50 Hz
Etiópia C, E, F, L 220 V 50 Hz
Ilhas Faroe C, K 220 V 50 Hz
Ilhas Falkland (Malvinas) G 240 V 50 Hz
Fiji I 240 V 50 Hz
Finlândia C, F 230 V 50 Hz
França C, E 230 V (antigamente 220v) 50 Hz. As tomadas do tipo C são proibidas já a mais de 10 anos.
Guiana Francesa C, D, E 220 V 50 Hz
Faixa de Gaza C, H 230 V 50 Hz (veja Israel)
Gabão C 220 V 50 Hz
Gámbia G 230 V 50 Hz
Alemanha C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F ("Schuko", abreviação de "Schutzkontakt") é o padrão.Plugues do tipo C ("Euro-Stecker") são comuns, especialmente para equipamentos de baixa potencia. Tomadas do tipo C não são comuns e existem apenas em construções antigas.
Gana D, G 230 V 50 Hz
Gibraltar G, K 240 V 50 Hz Tipo K era usada no desenvolvimento do Europort por construtores Holandeses. Porem a maioria é do tipo britânica.
Grécia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F é o padrão para as construções novas. As do tipo C existem somente em construções antigas. Equipamentos que demandam maiores potencias utilizam as tomadas do tipo E&F.
Groenlândia C, K 220 V 50 Hz
Granada G 230 V 50 Hz
Guadalupe C, D, E 230 V 50 Hz
Guam A, B 110 V 60 Hz
Guatemala A, B 120 V 60 Hz
Guinê C, F, K 220 V 50 Hz
Guinê-Bissau C 220 V 50 Hz
Guiana A, B, D, G 240 V 60 Hz
Haiti A, B 110 V 60 Hz
Honduras A, B 110 V 60 Hz
Hong Kong G é usada em quase todos os produtos, enquanto que M é (raramente) quando a amperagem pedida é entre 13 e 15A. D já está obsoleta. 220 V 50 Hz amplamente utilizada no sistema britânico. Ocasionalmente uma tomada do tipo 'shaver' é encontrada (similar a do tipo C) em alguns banheiros que fornecem baixa corrente à alguns outros tipos de tomadas. Estas sempre são de 110 V e 220 V na mesma plataforma, ou tem uma chavinha seletora, que muitas vezes tem etiquetas com 110 V e 220 V. Este tipo de instalação dupla não é tão comum em HK como é no Reino Unido. Existe ainda uma versão 2A do tipo D, que agora está obsoleta.
Hungary C, F 230 V (antigamente 220V) 50 Hz
Islândia C, F 230 V 50 Hz
Índia C, D, M 230 V 50 Hz a voltagem padrão da Índia é 230V/50 Hz com tolerância que varia de 216V to 253V. Em alguns hotéis encontram-se receptáculos duplos para equipamentos estrangeiros fornecendo ambos 120V e 230V.
Indonésia C, F, G 127 V e 230 V 50 Hz Tipo G não é tão comum.
Iran C, F 220 V 50 Hz Tomadas do tipo C não são tão comuns e existem somente em construções mais antigas. As do tipo F são usadas em novas construções. As do tipo C são para uso em equipamentos de baixas tensões
Iraque C, D, G 230 V 50 Hz
Irlanda G usadas nas instalações normais – “Legacy systems” (raros): D e M (tal qual o Reino Unido); e do tipo F (Schuko) 230 V (antigamente 220v) 50 Hz G Tomadas e soquetes são definidos pelo NSAI I.S. 401 (Plugues) I.S. 411 (Tomadas). Tipo F ("Side Earth") plugues encontrados ocasionalmente em instalações antigas por influencia da Siemens. Tomadas do tipo ' A 'shaver' (similares a do tipo C) são muitas vezes encontradas em banheiros. Estas são quase sempre de 110 V e as de 230 V estão na mesma plataforma com uma chavinha de mudanças e/ou etiquetadas como 115 V e 230 V. as do tipo tem muitas vezes uma chavinha do tipo liga-desliga. Transformadores aterrados de 110 V são muitas vezes usados em equipamentos portáteis industriais.
Ilha de Man C, G 240 V 50 Hz
Israel C, H 230 V 50 Hz O padrão de tomadas H foram recentemente mudadas para receberem pinos arredondados, desta forma as tomadas modernas aceitam ambos tipos C e H. A dos tipo M são usadas para ar condicionados. Plugues idênticos são encontrados também nas Áreas da Autoridade Nacional Palestina.
Itália C, F, L 230 V (antigamente 220v)[6] 50 Hz
Jamaica A, B 110 V 50 Hz
JapãoA, B 100 V 50 Hz
e
60 Hz no leste do Japão 50 Hz (Tokyo, Kawasaki, Sapporo, Yokohama, e Sendai); Oeste japonês 60 Hz (Okinawa, Osaka, Kyoto, Kobe, Nagoya e Hiroshima). Nas construções antigas do Japão os soquetes não são alternados (um dos pinos é maior do que o outro para que o positivo não entre no furo do negativo). Muitos prédios não tem o pino de aterramento. As tomadas e plugues seguem o padrão Americano.
Jordânia B, C, D, F, G, J 230 V 50 Hz
Cazquistão C, E, F 220 V 50 Hz Sem um padrão oficial. A tolerância de voltagem é de 220 V ±10%. A voltagem real pode variar (normalmente 150-200 V) por causa de um sistema de fornecimento precário.
Quênia G 240 V 50 Hz
Kiribati I 240 V 50 Hz
Coréia do Norte C 220 V 50 Hz
Coréia do Sul A, B, C, F (Tipos A & B são usadas para instalações de 110-volts ou em instalações antigas. Tipos C & F são usadas para 220 Volts.) 220 V 60 Hz As do tipo F são normalmente encontradas em escritórios, aeroportos, hotéis e em algumas instalações residenciais; enquanto que as do tipo C (tipo CEE 7/17) são padronizadas para casas residenciais. A distribuição de 220 volts e feita por pólos vivos de um sistema de 110 volts (o neutro não é usado). 110 V/60 com plugues A & B (sob a influência colonial japonesa, agora não é mais usada). Algumas instalações residenciais tem transformadores para que possam usar equipamentos de 110 V importados do Japão ou dos Estados Unidos. Muitos hotéis tem somente tomadas de 220 V. porem outros hotéis tem ambas de 110 V (Tipo A ou B) e220 V (Tipo C ou F).
Kuwait C, G 240 V 50 Hz
Quirguistão C 220 V 50 Hz
Laos A, B, C, E, F 230 V 50 Hz
Letónia C, F 220 V 50 Hz
Líbano A, B, C, D, G 110 V e 200 V 50 Hz
Lesoto M 220 V 50 Hz
Libéria A, B, C, E, F 120 V e 240 V 50 Hz antes 60 Hz, agora oficialmente 50 Hz. Muitas usinas elétricas ainda distribuem em 60 Hz. A & B são usadas para 110v; C & F são usadas para 230/240v. Muito do sistema de distribuição de eletricidade foi destruído durante a Guerra civil de 1990, e o fornecimento de eletricidade está bem limitado. Fornecimentos locais podem variar e não chegar a tomada com sua voltagem real.
Líbia D, L 127 V 50 Hz Barce, Benghazi, Derna, Sebha & Tobruk 230 V.
Lituânia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Liechtenstein C, J 230 V 50 Hz Norma suíça, C somente na forma da CEE 7/16.
Luxemburgo C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Macau.R. P da China D, M, G, um pequeno número de F 220 V 50 Hz Não tem um padrão oficial, todavia, no Terminal de Balsas de Hong Kong-Macau construído por portugueses antes da devolução era E & F. depois da devolução Macau adotou a G .
Macedônia C, F 220 V 50 Hz
Madagascar C, D, E, J, K 127 V e 220 V 50 Hz
Madeira C, F 220 V 50 Hz
Malaui G 230 V 50 Hz
Malásia G (M para ar condicionado e secador de roupas) 240 V 50 Hz a voltagem oficial é de 230 AC V com tolerância de +10%,-6%.Todavia o fornecimento de eletricidade seja de 240 V (exceto em Penang com 230 V), As do tipo C são muito comuns para equipamentos de áudio e vídeo. Maldives A, D, G, J, K, L 230 V 50 Hz
Mali C, E 220 V 50 Hz
Malta G 230 V 50 Hz
Martinica C, D, E 220 V 50 Hz
Mauritânia C 220 V 50 Hz
Maurício C, G 230 V 50 Hz
México A, B 127 V 60 Hz tipo B está se tornando mais comum. Voltagem pode variar legalmente aprox +/- 10% (amplitude de 114 a 140 volts). Fases divididas são encontradas e eletricistas locais podem puxar os fios para ter um fornecimento de 240V para ar condicionado, maquinas de lavar, etc.
Micronésia A, B 120 V 60 Hz
Moldávia C, F 220-230 V 50 Hz Compatível com a União Européia e o sistema da antiga União Soviética o (GOST).
Mônaco C, D, E, F 127 V e 220 V 50 Hz
Mongólia C, E 230 V 50 Hz
Montenegro C, F 220 V 50 Hz
Montserrat (Ilhas de Leeward) A, B 230 V 60 Hz
Marrocos C, E 127 V e 220 V 50 Hz conversão para 220 V em progresso.
Moçambique C, F, M 220 V 50 Hz tipo M encontrado principalmente na fronteira com a África do Sul, incluído a capital Maputo.
Mianmar / Birmânia C, D, F, G 230 V 50 Hz tipo G encontrado nos melhores hotéis. Algumas das principais cadeias de hotéis tem lojinhas com adaptadores do tipo I ou outros a venda.
Namíbia D, M 220 V 50 Hz
Nauru I 240 V 50 Hz
Nepal C, D, M 230 V 50 Hz
Netherlands C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Antilhas Holandesas A, B, F 127 V e 220 V 50 Hz
St. Martin 120 V, 60 Hz;
Saba & St. Eustatius 110 V, 60 Hz, A, talvés B
Nova Caledônia E 220 V 50 Hz
Nova Zelândia I 230 V 50 Hz Electricity Regulations 1997 dita que a voltagem é 230 V ±6%
Nicarágua A, B 120 V 60 Hz
Níger A, B, C, D, E, F 220 V 50 Hz
Nigéria D, G 240 V 50 Hz
Noruega C, F 230 V 50 Hz IT sistema de aterramento
Okinawa A, B 100 V 60 Hz instalações militares 120 V.
Oman C, G 240 V 50 Hz Comum ocorrer variações de voltágem.
Paquistão C, D, M, G 230 V 50 Hz padrão official é 230 V / 50 Hz. Tolerância de voltágem 230 V ±5% (218 V a 242 V). Tolerância de frequência 50 Hz ±2% (49 Hz to 51 Hz) mas, com a Karachi Electric Supply Corporation (KESC) é 240 V / 50 Hz.
Tipo C e D Plugue / Tomada são comuns queimpanetos de baixa potência. Tipo M Plug / Tomada são comuns para ar condicionados e equipamentos de alta potência. Tipo G Plugue / tomada não é tão comum.
Panamá A, B 110 V 60 Hz Cidade do Panamá 120 V.
Papua Nova Guinê I 240 V 50 Hz
Paraguai C 220 V 50 Hz
Perú A, B, C 220 V 60 Hz Talara 110/220 V; Arequipa 50 Hz
Filipinas A, B 220 V 60 Hz Muitas tomadas são do tipo A, e outras do tipo B. Tomadas e interruptores são produzidos nos Estados Unidos. Algumas áreas tem fornecimento de 110V como em Baguio.
Polônia C, E 230 V 50 Hz
Portugal C, F 220 V[9] 50 Hz
Puerto Rico A, B 120 V 60 Hz
Qatar D, G 240 V 50 Hz
Ilhas Reunião E 220 V 50 Hz
Romênia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz virtualmente idêntica ao padrão Alemão. Muitas tomadas domesticas são compatíveis com o padrão do leste Europeu. ( pinos de 4.0 mm). Equipamentos industriais (Máquinas de lavar, soldar, etc.) usam fornecimento de 3 fases 380V.
Federação Russa C, F 220 V 50 Hz USSR (bem como boa parte do leste europeu) usam as tomadas do padrão GOST com pinos de 4.0 mm ao invés de pinos de 4.8 mm usados na Europa Ocidental (Schuko). Atualmente as tomadas soviéticas podem ser vistas nas casas mais velhas nos subúrbios e áreas interioranas. O padrão obsoleto de 127 V/50 Hz AC ainda é usado em vilarejos remotos. Em outras áreas já foram alteradas desde os anos setenta pelo padrão 220V. Instalações industriais usam o suprimento de 3 fases 380V.
Ruanda C, J 230 V 50 Hz
St. Kitts and Nevis A, B, D, G 110 V e 230 V 60 Hz o plugue da região é o mesmo dos Estados Unidos (2 pinos) 110-120 V
St. Lucia (Ilhas Winward) G 240 V 50 Hz
St. Vincent (Ilhas Winward) A, C, E, G, I, K 230 V 50 Hz
São Tomé e Príncipe C, F 220 V 50 Hz
Arábia Saudita A, B, F, G 127 V e 220 V 60 Hz
Senegal C, D, E, K 230 V 50 Hz
Servia C, F 220 V 50 Hz
Seychelles G 240 V 50 Hz
Serra Leoa D, G 230 V 50 Hz
Singapura G (porem o M são para ar condicionados e secadoras de roupas) 230 V 50 Hz Tipos A e C são usados para equipamentos de áudio vídeo e adaptadores são amplamente usados.
Eslováquia C, E 230 V 50 Hz
Eslovênia C, F 230 V 50 Hz de três fases 380 V AC Usados para maquinário pesado.
Somália C 220 V 50 Hz
Africa do Sul M 220 V 50 Hz Grahamstown & Port Elizabeth 250 V; também achados em King Williams Town
Espanha C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Sri Lanka D, M, G 230 V 50 Hz Vem crescendo muito o uso do tipo G em novas contruições.Principalmente em Colombo e em hotéis de luxo.
Sudão C, D 230 V 50 Hz
Suriname C, F 127 V 60 Hz
Suazilândia M 230 V 50 Hz
Sweden C, F 230 V 50 Hz
Suíça C, J 230 V 50 Hz C somente no formato CEE 7/16.
Síria C, E, L 220 V 50 Hz
Taiti A, B, E 110 V e 220 V 60 Hz/50 Hz Ilhas Marquesas 50 Hz
Taiwan A, B 110 V 60 Hz Muitas tomadas são do tipo A. quando uma tomada é do tipo B, o aterramento não é conectado. Muitos equipamentos tem plugues do tipo A porem alguns tem plugues do tipo B. Plugues feitos nos Estados Unidos encaixam nas tomadas. Tomadas de 220V para unidades de ar condicionados.
Tajiquistão C, I 220 V 50 Hz
Tanzânia D, G 230 V 50 Hz
Tailândia A, B, C, F 220 V 50 Hz Tomadas de hotéis e construções novas são feitas para os tipos B e C as quais aceitarão plugues do tipo A, B e C enquanto que tomadas em prédios antigos são do tipo A. As do tipo F são usualmente utilizadas pro ar condicionados e equipamentos de alta potencia, fogões e fornos. Um plugue de 3 pinos que se encaixa somente nas tomadas do tipo B/C está sendo muito utilizada.
Togo C 220 V 50 Hz Lome 127 V.
Tonga I 240 V 50 Hz
Trinidad & Tobago A, B 115 V 60 Hz
Tunísia C, E 230 V 50 Hz
Turquia C, F 230 V 50 Hz
Turcomenistão B, F 220 V 50 Hz
Uganda G 240 V 50 Hz
Ucrânia C, F 220 V 50 Hz
Emirados Árabes Unidos C, D, G 220 V 50 Hz
Reino Unido G (D e M seen encontradas em construções antigas) 230 V (antigamente 240v) 50 Hz tolerância de voltagem de 230 V +10%/−6% (216.2 V á 253 V), a ser ampliada para 230 V ±10% (207 V a 253 V) em 2009. O sistema de fornecimento de eletricidade será mantido em 240v rms. Uma tomada do tipo 'shaver' (similar ao tipo C) e muitas vezes encontrada em banheiros que fornecem eletricidade a equipamentos de baixa voltagem. Elas geralmente tem uma tomada de 110 V junto com 240 V, ou uma chavinha para selecionar a voltagem, ou também tomadas etiquetadas com 115 V e 230 V. As do tipo G tem muitas vezes uma chavinha de liga e desliga. Um ponto central de 110 V aterrado é muitas vezes usado para que seja transformada a corrente em usos de equipamentos industriais e ferramentas. Plugues do tipo IEC 60309 e conectores são usados de forma industrial e em instalações residenciais. Plugues do tipo D e M são usados em teatros e estações de TV.
Estados Unidos da América A, B 120 V 60 Hz padronização de 120 V. as empresas de fornecimento de eletricidade mantém uma distribuição entre 114 e 126 V. 240 V/60 Hz usadas para equipamentos pesados, secadoras de roupas, fornos elétricos, aquecedores de água e ar condicionados. Prédios com mais de uma linha de distribuição tem 120 e240 V disponíveis. Tomadas do tipo B são agora exigidas nas novas construções. Um T-slot do tipo B é acondicionado para 20 ampere para uso um cozinhas e outras aplicações de 120 V.
Uruguay C, F, I, L 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F está se tornando mais freqüente por causa do aumento do numero de computadores. Neutro e positivo são invertidos como no caso da Argentina.
Usbequistão C, I 220 V 50 Hz
Vanuatu I 230 V 50 Hz
Venezuela A, B 120 V 60 Hz Tipo G em casas 220V para ar condicionado e equipamentos de alta potencia.
Vietinã A, C 220 V 50 Hz Tipo A é usado por lei no Sul e no norte (seguindo o acordo da fronteira de pré-unificação 17 graus norte). As do tipo G são achadas em hotéis de luxo, principalmente aqueles construídos pelas construtoras Singapureanas e de Hong Kong. Mas as do tipo G nunca são encontradas em casas e em escritórios.
Ilhas Virgens A, B 110 V 60 Hz
Samoa Ocidental I 230 V 50 Hz
Yemen A, D, G 230 V 50 Hz
Zámbia C, D, G 230 V 50 Hz
Zimbabwe D, G 220 V 50 Hz

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

O futuro de nossa civilização em três passos


O começo do ano de 1963 foi muito importante para a civilização como conhecemos, o astrônomo russo Nikolai Semenovich Kardashev (Никола́й Семёнович Кардашёв – nascido em 25 de abril de 1932 em Moscou) estava examinando o quasar CTA-102 na primeira iniciativa soviética na busca de inteligência extra-terrestre e começou a filosofar sobre vida extraterrestre e todos os feitos da humanidade.

O resultado veio 22 anos mais tarde em seu trabalho “Sobre a inevitabilidade e as possíveis estruturas das supercivilizações” em “A busca por vida extraterrestre”.

O ingrediente básico para um padrão de vida descente e para impulsionar a sociedade para níveis mais prósperos é ENERGIA. Nos dias atuais nos humanos estamos conseguindo grande parte de nossa energia a partir de plantas e animais mortos transformados em carvão, petróleo, etc.

Karadshev desenvolveu uma escala com três categorias distintas chamadas de Tipo 1, 2 e 3. Estes tipos são baseados na quantidade de energia que um grupo tem a sua disposição, bem como seu grau de colonização espacial. Em termos gerais, uma civilização Tipo 1 já alcançara maestria em obter recursos de seu planeta natal como era conceituada a terra em Buck Rogers no século 25, um sistema de “civilização planetária”. Jornada nas Estrelas com a sua Federação de Planetas Unidos e a colonização feita pela Frota Estelar de alguns sistemas planetários correspondem ao Tipo 2, de sistemas solares. E a do Tipo 3, de galáxias vemos no “Império” de Guerra nas Estrelas.

Nos vivemos neste momento numa civilização do Tipo 0 (ZERO) pois no presente momento, nos não dominamos os recursos da Terra. Muito pelo contrario, Nos quase conseguimos nos destruir em diversos momentos na era da guerra fria, o mais conhecido destes episódios foi em 1962 quando uma intervenção militar feita pelos Estados Unidos em Cuba quase provocou uma guerra nuclear dotada perfeitamente de capacidade de aniquilação da raça humana. Naquele que foi chamado de “O episodio da Bahia dos Porcos”.

O Fisico Teórico Nipo-americano Michiuo Kaku (加來 道雄 – 24 de Janeiro de 1947) diz que a transição de uma civilização do Tipo 0 para a do Tipo 1 pode ser o momento mais difícil que uma civilização pode encontrar, matemáticos calculam que possa existir milhares de civilizações do tipo um na galáxia, se for assim, porque nos ainda não as vimos?

Kaku Explica que de um lado nos temos a tolerância cultural, um bom desenvolvimento cientifico, integração, mas de outro lado nos possuímos armas nucleares, terrorismo que funcionam como obstáculos para alcançarmos o status de civilização do Tipo 1. Talvez nenhuma outra civilização tenha conseguido se transformar de Tipo 0 para Tipo 1.

Deste modo nos encontramos ainda em uma civilização Tipo 0. Embora valores intermediários não foram propostos originalmente por Karadashev, o astrônomo americano Carl Sagan ( 09 de novembro de 1934 – 20 de dezembro de 1996) calculou em 1973 graus entre 0 e 1 no Tipo de Humanidade da civilização (HUMANITY’S CIVILIZATION TYPE – HCT) ele estipulou que naquele ponto a terra estava em cerca de 0,7, em relação ao modelo de Karadshev para Tipos 0 e 1.

Sagan usou a seguinte formula:


Kaku poistulou que em 1900 nosso HCT era 0,58, em 2007 era 0,72 e que se nos fizéssemos uso em grande escala da aplicação de energia fusão, produção de anti-matéria para ser usada em usinas de geração de energia a partir de colisão de anti-matéria, energia solar, convertendo luz do sol em eletricidade por meio de células solares, etc. no ano de 2100 nos poderemos sair do 0 e chegar ao HCT 1.

O grande salto em direção ao Tipo 1 de civilização também engloba mudanças políticas e econômicas, talvez no ano de 2110 poderá ser lido nas manchetes dos jornais “Hoje foi assinado o primeiro bloco comercial planetário. Podemos agor comprar Anti-materia de VULCANO sem ter que pagar impostos” ou “A despeito do esforço Chinês, Inglês foi aprovado como o novo idioma interplanetário”.

Mesmo se o inglês fosse o idioma oficial da nossa economia Tipo 1, outros idiomas serão falados porque as pessoas terão tempo e recursos para estudar e aproveitarem suas próprias culturas, tolerância cultural tenderá a crescer sem limites porque as pessoas aprenderam no processo que os levou a alcançar o Tipo 1 que a diversidade foi o grande ingrediente de evolução, pobreza será extinta, pois “agora podemos explorar outros planetas e fazer uso dos seus recursos abundantes”, empresas não entrarão num novo negocio por causa de dinheiro, em vez disso, passarão a prestar mais atenção em melhorar o potencial pessoal de seus empregados, perceberão que esta é a melhor forma de prosperar em um sistema planetário chio de recursos. O sistema político do Tipo 1 (adotado como único em todo o planeta) é mais justo e talvez a democracia seja substituída por “democracia total” (não faço a menor idéia de como isso funcionará).

Compreendendo nossa realidade atual e as forças que podem nos levar a civilização do Tipo 1, 2 ou 3, nos poderemos ser a raça (talvez a única) que prosperará alem dos limites de um planeta, um sistema planetário ou de uma galáxia.

domingo, 26 de outubro de 2008

Shoktidoi Contra a Fome


O ganhador do premio Nobel Muhammad Yunus junto com o Grameen Group e ainda a companhia francesa de iogurtes Danone estão empenhados em um maravilhoso trabalho para promover um mundo sem o mal da fome. Shoktidoi (Shakti, शक्त - Que significa força sagrada, poder, ou energia) um iogurte que fortalece a imunidade e também é um suplemento nutricional. Foi desenvolvido em um centro de pesquisas ultra-moderno localizado no subúrbio de Paris.

A Danone viu-se frente a um diferente tipo de inovação ao reunir um time de profissionais em conjunto com o Grameen Group de Bangladesh para desenvolver um iogurte para a camada mais pobre da população mundial. O resultado foi um produto que estaria a venda no varejo a menos de 10 centos de dólares por porção capaz de fornecer 30% da quantidade diária recomendada de ferro e outros nutrientes básicos às crianças pobres.

É produzido numa pequena fabrica “amiga do meio ambiente” e conta com trabalho árduo, baixa necessidade tecnológica, fornecida a população por uma rede de distribuição – na forma de uma “Empresa social” em menor escala, seguindo o conceito do fundador do Grameens, Muhammad Yunus.

O diretor administrativo da Danone Emmanuel Marchant e o Banco Grameen estão desenvolvendo algo que tem por objetivo a criação de um fundo de investimento de características únicas, o Danone Communities, administrado por um banco líder no segmento com o objetivo de atrair investidores que tem a intenção de promover novos modelos de desenvolvimento enquanto obtém um pequeno retorno. O fundo vai ajudar a construção da nova fabrica da Grameen Danone em Bangladesh e novos projetos em outros continentes para reduzir a pobreza das comunidades carentes. Eles têm o objetivo de ajudar a comunidade em geral com a criação de mais de 1.000 cabeças de gado e a geraçãq de empregos incluindo as “Mocinhas da Grameen” que vendem o iogurte Shoktidoi de porta a porta, em trabalho de vendas comissionada.

Foi necessário um engenhoso trabalho de concepção de planta e engenharia financeira para a construção da fabrica em Bogra a 150 quilômetros da capital Daca. A fabrica faz uso de gás gerado por uma usina de compostágem, embalagens biodegradáveis, redução de automação a níveis mínimos e não conta com a necessidade de refrigeração do leite desde a coleta até o processamento. A receita do produto foi adaptada para utilizar o localmente produzido açúcar de tâmara ao invés de importar o caro açúcar convencional.

A nova e mais fascinante fatia de mercado, que mais cresce é aquela que menos esperávamos: A base da pirâmide (Bottom of the Pyramid “BoP” ). Coletivamente os bilhões de pessoas de baixa renda respondem por uma imensa capacidade empresarial e poder de compra. Podemos aprender como servir e então ajudar a milhões de pessoas da mais baixa renda no globo a escapar da fome e da miséria. Do ponto de vista econômico, a base da pirâmide é o maior, porem o mais pobre grupo sócio econômico. Em termos globais, estes são os quatro bilhões de pessoas que vivem com menos de dois dólares por dia, principalmente distribuída nos paises em desenvolvimento.

Capitalismo e Problemas Globais através dos tempos

A seguir algumas das diferentes iniciativas que o setor privado concebeu para solucionar problemas globais:

1 – Ações Sociais – Conceito desenvolvido por Max Wever (Gesammelte Aufsätze zur Soziologie und Sozialpolitik - Collected Essays on Sociology and Social Policy, original - 1924) que explora a interação entre os humanos na sociedade. O conceito de ação social é usado para observar como certos comportamentos são modificados em certos ambientes. O impacto da ação social é claramente vista no desenvolvimento de normas e costumes e na interação diária entre as pessoas;

2 – Responsabilidade Social – É a obrigação da administração organizacional de tomar decisões e levar a cabo ações que melhorarão o bem estar e os interesses da sociedade bem como das organizações. O termo foi usado primeiramente em 1987, no relatório da World Commission of Environment and Development - WCED (Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento).

3 – Sustentabilidade – Podemos entender no consenso geral que é a capacidade de manter um certo processo ou estado indefinidamente. O primeiro livro sob o titulo de Economia Ecológica foi publicado na Europa por Juan Martinez-Alier (Blackwell, Oxford, 1987). Ele traça a historia das criticas ecológicas desde 1880 até os anos 50;

4 – Base da Pirâmide – C. K. Prahalad sugere em seu livro “A Riqueza na Base da Pirâmide” (Fortune at the Bottom of the Pyramid, 2004) que quatro bilhões de pessoas pobres podem se transformar na mola propulsora do próximo ciclo da prosperidade no mundo;

5 – Capitalismo Criativo – Termo popularizado pelo empresário americano e presidente da Microsoft Bill Gates no Fórum Econômico Mundial em Davos na Suíça. A ideologia clama por uma nova forma de capitalismo que funciona tanto para gerar lucro quanto para resolver as iniqüidades mundiais, usando as forças de mercado para melhor atender as necessidades dos mais carentes;

6 – Empresa Social – uma empresa social é aquela que visa ser financeiramente auto-suficiente, e até mesmo lucrativa, em busca de um objetivo social, ético ou ambiental. O Dr. Muhammad Yunus é um proponente do modelo de empresa social, indicando este como um meio de erradicar a pobreza e influenciar o futuro do capitalismo;

domingo, 3 de agosto de 2008

Passaporte


Neemias, o homem que reconstruiu Jerusalém 150 anos depois de sua destruição pelo rei Nabucodonossor em apenas 52 dias, também foi a primeira pessoa a possuir um passaporte; ele pediu permissão ao rei Artaxerxes I para viajar até a Judá, e o rei então lhe concedeu uma carta “aos governantes da província do outro lado do rio” requisitando para ele segurança, enquanto estivesse em terras estrangeiras.

Salvo-condutos foram emitidos em 1414 (as primeiras formas de passaportes) em um ato parlamentar durante o reinado do rei Henrique , em 1540 tem inicio o Registro do Conselho Privado (Privy Council Register), em tais registros constam a emissão de passaportes. Mas foi somente em 18 de junho de 1641 que o rei Carlos primeiro emite um passaporte assinado (este documento ainda existe).

A palavra Passaporte deriva de um documento que requisitava a passagem através dos portões (“porte”) de uma cidade na época medieval. Ate 1771, passaportes foram escritos em latim ou inglês. A partir de então passaram a serem escritos em francês (saiba mais no site http://www.ips.gov.uk/passport/about-history.asp ).

Até a primeira guerra mundial, os passaportes não eram necessários para viagens internacionais em território europeu, e atravessar fronteiras era extremamente fácil. Durante a primeira guerra mundial, os governos europeus introduziram por motivos de segurança a obrigatoriedade de passaportes para aqueles que cruzavam as fronteiras (para manter afastados os espiões) e controlar a emigração de cidadãos dotados de talentos especiais, e reter a capacitação humana potencial. Este tipo de controle continuou após o fim da guerra, e tornou-se um procedimento padrão, porem não sem controvérsias. Os turistas britânicos da década de 20 reclamaram muito, principalmente da exigência de fotos e descrições físicas, que eles consideravam como uma “deshumanização maliciosa”.

Em 1920, a Liga das Nações promoveu uma conferencia para tratar dos passaportes e de bilhetes de viagens. Com isso foram estabelecida diretrizes para a constituição do passaporte, revisada posteriormente nas conferencias seguintes nos anos de 1926 e 1927.

Em 1963 a Organização das Nações Unidas promoveu sem sucesso uma conferencia para estabelecer e padronizar o Passaporte. A padronização do passaporte teve êxito apenas no ano de 1980, numa iniciativa Organização de Aviação Civil Internacional - OACI (International Civil Aviation Organization, ICAO).

Passaportes de leitura óptica (Machine-readable passport – MRP)

Um passaporte de leitura ótica (MRP) é o passaporte no qual os dados referentes à pagina de identidade é codificada em caracteres de formatos de reconhecimento óptico. Muitos passaportes do mundo já forma modificados para o formato MRP. São regulamentados pela carta 9303 do ICAO e endossada pela Organização Internacional para Padronização (International Organization for Standardization ISSO) e Comissão eletrotécnico internacional International Electrotechnical Commission) como ISO/IEC 7501-1 e possuem duas linhas codificadas com comprimento de 44 caracteres. As informações seguem dispostas nesta zona da seguinte forma: nome, numero do passaporte, dois dígitos de conferencia, nacionalidade, data de nascimento, sexo, data de expiração dopassaporte e numero de identificação pessoal.

Os dados disponíveis para leitura nos passaportes consistem de duas colunas de 44 caracteres. Os únicos caracteres usados são de A à Z e de 0 à 9 e pelo caracteres de preenchimento <. Na primeira fila temos:

1 – P indicando – Passaporte;
2 – Tipo para países que se distinguem em diversos tipos de passaportes;
3 a 5 país ou organização emissores (ISO 3166-1 código alfa-3 com modificações);
6 a 45 ultimo nome seguido de dois caracteres, seguidos do primeiro nome (se forem muito compridos os nomes serão abreviados em nomes mais importantes) ;

Na segunda fila temos:

1 a 9 número do passaporte;
10 digito verificador para a seqüência de 1 a 9;
11 a 13 nacionalidade (ISSO 3166-1 alfa-código com modificações);
14 a 19 data de nascimento formato (DDMMAA);
20 digito verificador para a seqüência 14 a 19;
21 sexo M ou F (ou <>Programa de Isenção de Visto (The Visa Waiver Program – VWP)

O VWP e um programa americano que permite cidadãos de paises específicos a viajar aos Estados Unidos da América para turismo ou negócios, por mais de 90 dias sem ter que obter um visto. Todos os países participantes deste programa têm alto IDH e muitos são considerados como países desenvolvidos.
No ano de 2006, 27 paises foram designados como participantes do VWP:
Europa (22)
Andorra, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França (incluído territórios franceses de ultramar), Alemanha, Islândia, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Mônaco, Holanda, Noruega, Portugal, San Marino, Eslovênia, Espanha, Suécia, Suíça e o Reino Unido.

Ásia (3)
Brunei, Japão e Singapura
Oceanía (2)
Austrália, Nova Zelândia

Durante sua visita à Estônia em novembro de 2006 o presidente Busch anunciou sua intenção “de trabalhar com o congresso e parceiros internacionais para modificar nosso programa de isenção de vistos”. Recentemente (em julho de 2007) o congresso americano e o senado aprovaram o Ato de parceria de segurança para viagens e contra-terrorismo, dirigido à Secretaria de segurança interna dos Estado Unidos para estabelecer o programa piloto de expandir o programa de isenção de vistos a mais cinco países que cooperam com os EUA em assuntos de segurança e contra-terrorismo. Esta modificação no Ato de recusa de vistos aumentou de 3% parta 10%, desta forma aceitando (em 2008) 30 países como qualificados para integrarem ao programa de isenção de vistos: África do Sul, Arábia Saudita, Bahamas, Barein, Brasil, Catar,Chile, Chipre, Croácia, Coréia do Sul, Republica Checa, Estónia, Grécia, Hong Kong (HKSAR passport and British National (Overseas) passport), Israel, Kuait, Macau, Malásia, Malta, Namíbia, Nauru, Oman, São Tomé e Príncipe, Ilhas Salomão, Taiwan, Timor Leste, Emirados Árabes Unidos, Uruguai e Vaticano.

Terminologia amplamente padronizada com relação aos passaportes

Passaporte Comum, também chamado de passaporte de Turistas:
Emitido para o turista padrão;

Passaporte Oficial, também chamado de Passaporte de Serviço:

Emitido para funcionários do governo, viagens de trabalho e na companhia de dependentes;

Passaporte Diplomático:
Emitido para diplomatas e cônsules para viagens a trabalho bem como para acompanhantes e dependentes. Ter um passaporte diplomático não é a mesma coisa que ter imunidade diplomática. A concessão do status de imunidade diplomática é um privilegio dado pelo governo do país ao qual o diplomata requisita o status diplomático. O passaporte diplomático não exime a necessidade da obtenção de vistos para viagens. O detentor do passaporte diplomático deve obter o visto diplomático para quaisquer viagens feitas a paises que exigem vistos de chegada;
Em circunstancias excepcionais, um passaporte diplomático é dado a um cidadão estrangeiro que não tenha um passaporte de sua terra natal, tal como um exilado VIP que vive, baixo um convite, em um país estrangeiro;

Passaporte de Emergência, também chamado de passaporte temporário:
Emitido a pessoas cujo passaporte foi roubado ou perdido, e os quais não tem tempo hábil para obter passaportes em caráter de substituição;

Passaporte coletivo:
Emitido para grupos definidos para viagens coletivas e para destinos particulares, tais como grupo de crianças em excursão para um país em particular;

Passaportes Familiares:
Emitido para membros da família – pais, mães, irmãos, irmãs. Apenas um membro da família possui o passaporte. Este pode viajar sozinho, ou com outro membro familiar, ou com outros membros de outras famílias. Um membro de família que não é o possuidor do passaporte pode viajar com o passaporte do titular:

Laissez-passer:
Este documento não é caracterizado como um passaporte, mas serve a função do mesmo. São emitidos por organismos internacionais para seus funcionários e oficias;
Passaporte para estrangeiros (Alien's passport):
Este documento também não é caracterizado como um passaporte, e sim um documento emitido sob certas circunstancia, tais como para apatriados, ou não residentes.
Na Letônia, um passaporte de um residente estrangeiro o qual foi-lhe negado a cidadania e direitos civis. É usado como um passaporte interno dentro da Letônia, e como um documento para viagens internacionais a Letônia.

Passaporte Interno:
Este documento também não é caracterizado como um passaporte, e sim um documento de identidade que permite movimentação dentro de um determinado país. Temos como exemplos os antigos passaportes da União Soviética e da atual Rússia; os hukou para residentes da China continental; ou os REAL ID dos EUA;

Tipos de passaportes no Brasil:
Azul: Passaporte comum;
Verde: passaporte oficial;
Vermelho: passaporte diplomático;
Marrom: “laissez-passer”;
Amarelo: para refugiados;
Azul-claro: passaportes de emergência;

O “laissez-passer” da Organização das Nações unidas

O (UNLP ou LP) ou United Nations Laissez-Passer é um documento de vagens emitido para os seu funcionários, sob as regras do artigo VII da Convenção sobre privilégios e imunidades das Nações Unidas de 1946.

O UNLP é um documento válido para viagens, e que podem ser usados como um passaporte nacional. E tal como um passaporte nacional ele pode ser aceito por alguns países sem a necessidade de visto bem como estão sujeitos às mesmas necessidades de aplicações para vistos (ex. Alemanha, Quênia e Reino Unido).


ISO 3166-1 alfa-3

ABW Aruba
AFG Afghanistan
AGO Angola
AIA Anguilla
ALA Åland Islands
ALB Albania
AND Andorra
ANT Netherlands Antilles
ARE United Arab Emirates
ARG Argentina
ARM Armenia
ASM American Samoa
ATA Antarctica
ATF French Southern Territories
ATG Antigua and Barbuda
AUS Australia
AUT Austria
AZE Azerbaijan
BDI Burundi
BEL Belgium
BEN Benin
BFA Burkina Faso
BGD Bangladesh
BGR Bulgaria
BHR Bahrain
BHS Bahamas
BIH Bosnia and Herzegovina
BLM Saint Barthélemy
BLR Belarus
BLZ Belize
BMU Bermuda
BOL Bolivia
BRA Brazil
BRB Barbados
BRN Brunei Darussalam
BTN Bhutan
BVT Bouvet Island
BWA Botswana
CAF Central African Republic
CAN Canada
CCK Cocos (Keeling) Islands
CHE Switzerland
CHL Chile
CHN China
CIV Côte d'Ivoire
CMR Cameroon
COD Congo, the Democratic Republic of the
COG Congo
COK Cook Islands
COL Colombia
COM Comoros
CPV Cape Verde
CRI Costa Rica
CUB Cuba
CXR Christmas Island
CYM Cayman Islands
CYP Cyprus
CZE Czech Republic
DEU Germany
DJI Djibouti
DMA Dominica
DNK Denmark
DOM Dominican Republic
DZA Algeria
ECU Ecuador
EGY Egypt
ERI Eritrea
ESH Western Sahara
ESP Spain
EST Estonia
ETH Ethiopia
FIN Finland
FJI Fiji
FLK Falkland Islands (Malvinas)
FRA France
FRO Faroe Islands
FSM Micronesia, Federated States of
GAB Gabon
GBR United Kingdom
GEO Georgia
GGY Guernsey
GHA Ghana
GIN Guinea
GIB Gibraltar
GLP Guadeloupe
GMB Gambia
GNB Guinea-Bissau
GNQ Equatorial Guinea
GRC Greece
GRD Grenada
GRL Greenland
GTM Guatemala
GUF French Guiana
GUM Guam
GUY Guyana
HKG Hong Kong
HMD Heard Island and McDonald Islands
HND Honduras
HRV Croatia
HTI Haiti
HUN Hungary
IDN Indonesia
IMN Isle of Man
IND India
IOT British Indian Ocean Territory
IRL Ireland
IRN Iran, Islamic Republic of
IRQ Iraq
ISL Iceland
ISR Israel
ITA Italy
JAM Jamaica
JEY Jersey
JOR Jordan
JPN Japan
KAZ Kazakhstan
KEN Kenya
KGZ Kyrgyzstan
KHM Cambodia
KIR Kiribati
KNA Saint Kitts and Nevis
KOR Korea, Republic of
KWT Kuwait
LAO Lao People's Democratic Republic
LBN Lebanon
LBR Liberia
LBY Libyan Arab Jamahiriya
LCA Saint Lucia
LIE Liechtenstein
LKA Sri Lanka
LSO Lesotho
LTU Lithuania
LUX Luxembourg
LVA Latvia
MAC Macao
MAF Saint Martin (French part)
MAR Morocco
MCO Monaco
MDA Moldova
MDG Madagascar
MDV Maldives
MEX Mexico
MHL Marshall Islands
MKD Macedonia, the former Yugoslav Republic of
MLI Mali
MLT Malta
MMR Myanmar
MNE Montenegro
MNG Mongolia
MNP Northern Mariana Islands
MOZ Mozambique
MRT Mauritania
MSR Montserrat
MTQ Martinique
MUS Mauritius
MWI Malawi
MYS Malaysia
MYT Mayotte
NAM Namibia
NCL New Caledonia
NER Niger
NFK Norfolk Island
NGA Nigeria
NIC Nicaragua
NOR Norway
NIU Niue
NLD Netherlands
NPL Nepal
NRU Nauru
NZL New Zealand
OMN Oman
PAK Pakistan
PAN Panama
PCN Pitcairn
PER Peru
PHL Philippines
PLW Palau
PNG Papua New Guinea
POL Poland
PRI Puerto Rico
PRK Korea, Democratic People's Republic of
PRT Portugal
PRY Paraguay
PSE Palestinian Territory, Occupied
PYF French Polynesia
QAT Qatar
REU Réunion
ROU Romania
RUS Russian Federation
RWA Rwanda
SAU Saudi Arabia
SDN Sudan
SEN Senegal
SGP Singapore
SGS South Georgia and the South Sandwich Islands
SHN Saint Helena
SJM Svalbard and Jan Mayen
SLB Solomon Islands
SLE Sierra Leone
SLV El Salvador
SMR San Marino
SOM Somalia
SPM Saint Pierre and Miquelon
SRB Serbia
STP Sao Tome and Principe
SUR Suriname
SVK Slovakia
SVN Slovenia
SWE Sweden
SWZ Swaziland
SYC Seychelles
SYR Syrian Arab Republic
TCA Turks and Caicos Islands
TCD Chad
TGO Togo
THA Thailand
TJK Tajikistan
TKL Tokelau
TKM Turkmenistan
TLS Timor-Leste
TON Tonga
TTO Trinidad and Tobago
TUN Tunisia
TUR Turkey
TUV Tuvalu
TWN Taiwan, Province of China
TZA Tanzania, United Republic of
UGA Uganda
UKR Ukraine
UMI United States Minor Outlying Islands
URY Uruguay
USA United States
UZB Uzbekistan
VAT Holy See (Vatican City State)
VCT Saint Vincent and the Grenadines
VEN Venezuela
VGB Virgin Islands, British
VIR Virgin Islands, U.S.
VNM Viet Nam
VUT Vanuatu
WLF Wallis and Futuna
WSM Samoa
YEM Yemen
ZAF South Africa
ZMB Zambia
ZWE Zimbabwe

domingo, 13 de julho de 2008

Marco Polo em Bukhara




Os irmãos Polo decidiram evitar a Criméia por causa de uma guerra civil entre Berke e seu primo Hulagu ou talvez por causa da má relação entre Berke Khan e o Império Bizantino. Então, decidiram mover ao extremo leste até Bukhara, no atual Uzbequistão, onde a família viveu e negociou pro três anos.

Atravessando o rio Volga e viajando para o norte, ao redor do Mar Cáspio, os irmãos Pólo atravessaram os estepes secos do Cazaquistão e do Uzbequistão até a antiga cidade de Bukhara. Os Mongóis haviam capturado e destruído a cidade no ano de 1220. Quando os Pólo chegaram, esta era uma das principais cidades de Chaghatai Khanate.

Os irmãos ficaram em Bukhara por três anos, esperando pelo fim da instabilidade nos khanates ocidentais. Esta instabilidade deve ter durado uns três anos, mas deve ter dado a chance para os Pólo aprenderem a língua Mongol, talvez ainda tinha mercadorias para vender na cidade, a qual era um importante ponto de parada nas rotas comercias do leste-oeste.

Infelizmente para Marco, somente o pai de Marco, Niccolò (Nicolò em veneziano) e seu tio, Maffeo (Maffio), estiveram em Bukhara. Porém como foi escrito por Rustichello da Pisa “Ma ancora v'à di quelle cose le quali elli nonvide, ma udille da persone degne di fede” E ainda tem coisas que ele não viu, mas sim ouviu de pessoas dignas de fé.

Em sânscrito a palavra “Bukhara” significa “monastério”. Lá se encontram mais de 140 monumentos arquitetônicos e obras de arte da arquitetura. Bukhara é uma “cidade museu” sob o céu azul.



Bukhara (Uzbek: Buxoro, Tajik: Бухоро, Persian: بُخارا, Russo: Бухара), também pronunciado como Bukhoro e Bokhara, do Soghdiano βuxārak ("lucky place"), é capital da provincia de Bukhara (viloyat) do Uzbequistão. É a quinta maior cidade da nação, tem população de 237.900 pessoas (estimativa do censo de 1999).

Assim como os Pólo você pode aprender um pouco de Mongol:

Vocabulário
[Básicos
Oi.
Sain bainuu . ( )
Oi.
Sain'uu(informal) : . ( )
Como vai você?
Sain bainuu? ( ?)
Vem, obrigado.
Sain bainaa. ( )
Qual é o seu nome?
Tany ner khen be? ( ?)
Quem é você/ Quem é?
Chi khen be? ( ?)
Meu nome é ______ .
Mini ner ______ . ( _____ .)
Prazer em conhecê-lo.

. ( )
Por favor.
Tik Tik . ( )
Obrigado.
Bayarlalaa . ( )
De nada.
Zuuger . ( )
Sim.
Tiim . ( )
Não.
Ugu . ( )
Me desculpe.
Uuchlaarai : . ( )
Adeus
Bayartai . ( )
Não sei falar o Mongol
Bi Mongoloor yairdaggui [ ]. ( [ ])
Você fala Inglês?
Chi angilar yairdaguu? ( ?)
Socorro!
! ( !)
Cuidado!
! ( !)
Bom dia.
uglunii mend . ( )
Boa tarde.
udriin mend . ( )
Boa Noite.
orai mend . ( )
Boa noite (pars ir dormir)
saikhan untaarai . ( )
Não compreendo.
bi oil-rakh gui . ( )
Onde é o banheiro?
khanas toalet? ( ?)

sábado, 12 de julho de 2008

Algumas boas idéias para combater a pobreza no mundo


Você sabia que você pode substituir a pobreza pela esperança e com oportunidades de baixos custos?

Saiba algumas coisas que você pode fazer para ajudar; Os somalis têm a oportunidade de migrar para a energia solar usando fogões solares. Uma empresa chamada Sun Fire Cooking acaba de desenvolver um resistente fogão solar em forma de borboleta (aprox. 50 quilos) que funciona tão bem quanto o fogão elétrico ou o a gás por causa de seus grandes espelho parabólicos.

De acordo com a empresa os fogões solares dão retorno de investimento em menos de um ano e funcionam por mais uns vinte anos cozinhando gratuitamente, apenas com o auxilio do sol.

Você pode comprar um fogão solar com US$ 200.00 para uma família ou para que uma dona de casa inicie seu negocio e ajude na sua renda familiar. Mande um e-mail para sunfirecooking@yahoo.com para mais detalhes, ou telefone para Fátima em Bosaso no telefone +252 5 797844 para saber mais como ajudar mais.

Se você quer direcionar seus esforços para áreas urbanas e ajudar a reduzir a quantidade de lixo depositado nas ruas, você pode patrocinar os catadores de lixo (carroceiros). Os Carroceiros são trabalhadores da economia informal que coletam material reciclável em suas carrocinhas e ganham algum trocado vendendo para empresas de reciclagem de lixo.

Rafael Antonio Bruno, engenheiro mecânico da USP criou uma carrocinha leve e de baixo custo equipada com espelhos retrovisores, adesivos reflexivos, sistema de freios e com um compartimento de carga apropriado.

Rafael ainda tem alguns desafios pela frente tais como a redução de peso e de custos, a carrocinha custa R$ 1.000,00 (45% a mais do que deveria custar) e pesa 110kg (10% a mais do que projetada).

Outra iniciativa muito boa foi tomada pelo Banco do Brasil que doou no dia 13 de maio 14 triciclos especiais para o Centcoop - Central das Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis ao custo unitário de R$ 17,600.00.

O Centcoop agrega 17 cooperativas diferentes de coletores de lixo no Brasil e 3,5 mil coletores. A cidade de São Paulo produz 16.000 toneladas de lixo por dia e os Carroceiros são responsáveis por aproximadamente 1% de sua reciclagem.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Títulos Corporativos e Classificação de Trabalho


Se você gosta dos animes ou/e dos mangas, você deve saber o significado das palavras Senpai (先輩, ) o equivalente aproximado do que os ocidentais concebem como “mentor”, e kōhai (後輩, kōhai) o equivalente de “discípulo”. De acordo com a tradição japonesa uma pessoa mais nova só pode ser considerada uma senpai de uma pessoa mais velha se esta entrou em uma organização, como uma empresa, tempos depois do que o mais velho entrou.

Já na tradição ocidental, com o fim da Idade media, a estrutura medieval de patentes militares começou a ficar mais formalizada. Os oficiais que ocupavam o topo da hierarquia eram conhecidos como oficiais comissionados que reportavam diretamente ao poder soberano, a palavra hierarquia vem do Grego ἱεραρχία (hierarchia), de ἱεράρχης (hierarches), “aquele que preside os ritos sagrados, sumo sacerdote” e de ἱερός (hieros), “sagrado” + ἄρχω (arkho), “mandar, governar”.

A unidade básica do exercito medieval era a companhia, um bando de soldados designados (ou criados) por um vassalo para servir a um lorde. As empresas de hoje herdaram este tipo de estrutura baseada em patentes em organizações do mundo todo. Títulos corporativos foram criados para conferir aos indivíduos meios de identificar suas funções nas organizações. Os títulos variam conforme o tipo de organização, em qual setor se enquadra, se é uma organização que visa o lucro ou não, publica ou privada, sociedades ou empresas individuais. Alguns setores, como as instituições educacionais, tem seus próprios títulos.

Par padronizar todos estes títulos ocupacionais em âmbito global a Organização Internacional do Trabalho (OIT) estabeleceu a Estrutura de Classificação Ocupacional. A versão atual da Classificação Internacional Uniforme de Ocupações - CIUO-88 (ISCO-88) é a terceira edição das anteriores ISCO-58 e ISCO-66. Está em andamento uma quarta atualização que deve ficar pronta no fim de 2008.

A OIT descreve a proposta da ISCO-88 como:

Uma ferramenta para organização de ocupações em um bem definido conjunto de sub grupos, que leva em consideração as tarefas e deveres pertinentes ao trabalho. É destinado a ambos fins estatísticos bem como aos usuários que visam os clientes. As principais aplicações orientadas aos clientes são para recrutamento de trabalhadores entre paises diferentes bem como para o desenvolvimento de programas de desenvolvimento vocacional e treinamento.

A ISCO-88 divide as funções em 10 grupos principais, com cada grupo divididos em sub-grupos (não mostrados aqui):

GRUPO PRINCIPAL 1
LEGISLADORES, OFICIAIS SÉNIORES E ADMINISTRADORES;
11 LEGISLADORES E OFICIAIS SENIORES;
111 LEGISLADORES
112 OFICIAIS GOVERNAMENTAIS SÉNIORES
113 CHEVES TRADICIONAIS E LIDERES TRIBAISI
114 OFICIAIS SÉNIORES DE ORGANIZAÇÕES DE INTERESSES ESPECIAIS
12 ADMINISTRADORES CORPORATIVOS
121 DIRETORES E CHEFES EXECUTIVOS
122 ADMINISTRADORES DE DEPARTAMENTOS DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES
123 OUTROS ADMINISTRADORES DE DEPARTAMENTOS
13 GERENTES GERAIS

GRUPO PRINCIPAL 2
PROFISSIONAIS

21 FISICOS, MATEMÁTICOS, ENGENHEIROS E PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS
211 MÉDICOS, QUÍMICOS E PROFISSÕES RALACIONADAS.
212 MATEMÁTICOS, ESTATÍSTICOS E PROFISSÕES RELACIONADAS.
213 PROFISSIONAIS DE COMPUTAÇÃO
214 ARQUITETOS, ENGENHEIROS E PROFISSÕES RELACIONADAS.
22 PROFISSIONAIS DAS CIENCIAS BIOLÓGICAS
221 PROFISSIONAIS DAS CIENCIAS BIOLÓGICAS
222 PROFISSIONAIS DA SAÚDE (exceto enfermeiras)
223 ENFERMEIROS E ATENDENTES DE SAÚDE
23 PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
231 PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E DE COLEGIAIS
232 PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO SECUNDÁRIA
233 PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PRIMÁRIA E PRE-PRIMÁRIA
234 PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO PRIFISSIONAL
235 OUTROS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
24 OUTROS PROFISSIONAIS
241 PRIFISSIONAIS DOS NEGOCIOS
242 PROFISSIONAIS LEGAIS
243 ARQUIVISTAS, LIVREIROS E PROFISSIONAIS DA ÁREA DA INFORMAÇÃO
244 PROFISSIONAIS DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E ÁREAS RELACIONADAS
245 ESCRITORES E ARTITAS CRIATIVOS OU PERFORMÁTICOS
246 PRIFISSIONAIS RELIGIOSOS

GRUPO PRINCIPAL 3
TÉCNICOS E PROFISSIONAIS ASSOCIADOS

31 PROIFISSIONAIS DA FÍSICA E DA ENGENHARIA
311 PROIFISSIONAIS DA FÍSICA E DA ENGENHARIA
312 PROFISSIONAIS DA COMPUTAÇÃO
313 OPERADORES DE EQUIPAMENTOS ÓTICOS E ELETRONICOS
314 TÉCNICOS E CONTROLADORES DE AERONAVES E NAVIOS
315 INSPETORES DE QUALDIDADE E SEGURANÇA
32 PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS E SAÚDE
321 PROFISSIONAIS TÉCNICOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
322 PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE MODERNA
323 ENFERMEIROS E PARTEIROS E PROFISSÕES ASSOCIADAS
324 PRATICANTES DA MEDICINA TRADICIONAL E CURANDEIROS
33 PROFISSÕES RELACIONADAS AO ENSINO
331 PROFISSÕES RELACIONADAS AO ENSINO PRIMÁRIO
332 PROFISSÕES RELACIONADAS AO ENSINO PRE-PRIMÁRIO
333 PROFISSÕES RELACIONADAS AO ENSINO ESPECIAL
334 OUTRAS PROFISSÕES RELACIONADAS AO ENSINO
34 OUTRAS PROFISSÕES ASSOCIADAS
341 PROFISSÕES ASSOCIADAS ÀS FINANÇAS E VENDAS
342 SERVIÇOS DE NEGOCIOS AGENTES E CORRETORES
343 PROFISSÕES ASSOCIADAS À ADMINISTRAÇÃO
344 PROFISSIONAIS LIGADOS A ALFANDEGA, IMPOSTOS E ASSOCIADOS AOS GOVERNOS
345 INSPETORES DE POLÍCIA E DETETIVES
346 PROFISSIONAIS DE ASSISTÉNCIA SOCIAL
347 PROFISSIONAIS DAS ARTES, ENTRETENIMENTO E ESPORTES
348 PROFISSIONAIS ASSOCIADOS À RELIGIÃO

GRUPO PRINCIPAL 4
EMPREGADOS DE ESCRITÓRIO
41 ASSISTENTES DE ESCRITÓRIOS
411 SECRETÁRIAS E DIGITADORES
412 ESCRITURÁRIOS
413ASSISTENTES DE TRANPORTES E CONTROLE PATRIMONIAL
414 ASSISTENTES DE CORREIOS E ARQUIVISTAS DE ESCRITÓRIO
419 OUTROS ASSISTENTES
42 ASSISTENTES DE ALFANDEGA
421 CAIXAS DE BANCO, CAIXAS EM GERAL
422 ASSISTENTES DE INFORMAÇÃO AO CLIENTE

GRUPO PRINCIPAL 5
TRABALHADORES DA ÁREA DE SERVIÇOS, ATENDENTES DE LOJA E VENDEDORES.
51 TRABALHADORES DA PROTEÇÃO E DEFESA DE PESSOAL
511 AGENTES DE VIAGEM E PROFISSIONAIS RELACIONADOS
512 EMPREGADOS DOMÉSTICOS E ATENDENTES DE RESTAURANTES
513 TRABALHADORES DA SEGURANÇA E CUIDADOS DE PESSOAL
514 OUTROS
515 ASTROLOGOS, CARTOMANTES E OUTROS
516 TRABALHADORES DO SERVIÇO DE PROTEÇÃO
52 MODELOS, VENDEDORES E EXPOSITORES.
521 MANEQUINS E MODELOS DE PASSARELA
523 VENDEDORES DE RUA

GRUPO PRINCIPAL 6
AGRICULTORES E PESCADORES ESPECIAIS
61 AGRICULTORES E PESCADORES ESPECIAIS ORIENTADOS AO MERCADO
611 JARDINEIROS ORIENTADOS AO MERCADO
612 PRODUTORES E CRIADORES DE ANIMAIS
614 FUNCIONARIOS DE AREAS FLORESTAIS
615 PESCADORES, CAÇADORES E OUTROS
62 AGRICULTORES E PESCADORES DE SUBSISTÊNCIA

GRUPO PRINCIPAL 7
ARTESÃOS E NEGOCIANTES
71 TRABALHADORES CA CONSTRUÇÃO E DE ESTRAÇÃO
711 MINEIROS, CORTADORES DE PEDRAS E ESCULTORES
714 PINTORES DE PAREDE, LIMPADORES DE VIDROS
72 TRABALHADORES DE METAL E MAQUINARIA
722 FERREIROS, FERRAMENTEIROS
723 AJUSTADORES DE MÁQUINAS
724 MECANICOS E TÉCNICOS EM ELETRÔNICA
73 TRABALHADORES DE MECÂNICA DE PRECISÃO
74 OUTROS TRABALHADORES MANUAIS

GRUPO PRINCIPAL 8
OPERADORES DE MAQUINA E MONTADORES DE FÁBRICA

81 OPERADORES DE MÁQUINAS FABRÍS
811 PROCESSADORES DE MINÉRIOS E MINEIRAÇÃO
812 PROCESSADORES DE METAL
813 PROCESSADORES DE VIDROS, CERÁMICAS E OUTROS
814 PROCESSADORES DE MADEIRA
815 PROCESSADORES DE PRODUTOS QUÍMICOS
817 OPERADORES DE MAQUINAS ROBOTIZADAS
82 OPERADORES DE MÁQUINAS E MONTADORES
83 MOTORISTAS E OPERADORES MÓVEIS DE FÁBRICAS
831 MOTORISTAS DE LOCOMOTIVAS E EMPILHADEIRAS

GRUPO PRINCIPAL 9
OCUPAÇÕES ELEMENTARES

91 OCUPAÇÕES DE VENDAS ELEMENTARES
911 VENDEDORES DE RUA E RELATIVOS
912 ENGRAXATES E RELATIVOS
913 EMPREGADAOS DOMÉSTICOS, FAXINEIROS E RELATIVOS
915 MENSAGEIROS, PROTEIROS E RELATIVOS
916 LIXEIROS E RELATIVOS
933 TRANSPORTADORES, CHAPAS E AJUDANTES DE CAMIONEIROS

GRUPO PRINCIPAL 10
FORÇAS ARMADAS


A seguir alguns cargos de nível C "C-level titlles"( títulos que começam com "chief."):
chief accounting officer - CAO
chief acquisition officer - CAO
chief audit executive - CAE
chief automation officer – CAO
chief analytics officer - CAO
chief benefits officer - CBO
chief business officer/business development officer – CBO/BDO
chief channel officer - CCO
chief compliance officer - CCO
chief credit officer -CCO
chief data officer - CDO
chief design officer - CDO
chief diversity officer - CDO
chief engineering officer - CEO
chief experience officer - CXO
chief governance officer - CGO
chief information security officer - CISO
chief innovation officer - CIO
chief intellectual property officer - CIPO
chief investment officer - CIO
chief knowledge officer -CKO
chief learning officer - CLO
chief legal officer - CLO
chief marketing officer - CMO
chief networking officer - CNO
chief people officer - CPO
chief privacy officer - CPO
chief process officer - CPO
chief product officer - CPO
chief quality officer - CQO
chief research officer - CRO
chief revenue officer - CRO
chief risk officer - CRO
chief sales officer - CRO
chief science officer - CSO
chief security officer - CSO
chief strategy officer - CSO
chief sustainability officer - CSO
chief visionary officer - CVO

domingo, 8 de junho de 2008

Formatos de Endereçamento Postal II


Quer ter certeza de que sua correspondência chegara a seu destino sem qualquer problema adicional, aqui vão alguns formatos de endereçamento, cultura geral relacionada a negócios e etiqueta de alguns países. Estas dicas o ajudarão a direcionar sua correspondência internacional adequadamente e assegurar que seu parceiro receberá sua carta/pacote.

Angola

Exmo.[1] Senhor[2]
Luiz[3] Pagano[4]
Internacional Blemya S.A.[5]
Av. [6] 4 de Fevereiro [7] n. 39[8] - 4.°[9] B[10]
Caixa Postal n.º-802[11]
Luanda[12]
República de Angola[13]

[1] Exmo. – pronome de tratamento – Excelentíssimo ("Vossa Excelência", ou, menos formal, simplesmente "Excelência".)
Vossa Excelência ( V. Ex.ª ).Normalmente usado para:
Presidente
Vice Presidente
Ministro de Estado
Senadores
Juízes
Embaixadores
[2] Senhor "Sr."; normalmente não abreviado.
[3] Primeiro nome.
[4] Sobrenomes; provavelmente endereçado ao Sr. Pagano. (Para uso domestico estas duas linhas poderiam ser escritas simplesmente na linha de “a atenção de” sobre a linha seguinte.)
[5]S.A. = Sociedade Anônima, igual ao português do Brasil,
Ltda. – Limitada igual ao português do Brasil,
[6] Avenida – Avenida – igual ao português do Brasil,
R. Rua igual ao português do Brasil,
[7] Nome da rua.
[8] Número do prédio.
[9] Quarto andar.
[10] Escritório B.
[11] Caixa Postal – Caixa Postal de quarto dígitos.
[12] Nome da cidade.Luanda – Capital
18 províncias (províncias, singular - província);
Bengo,
Benguela,
Bie,
Cabinda,
Cuando Cubango,
Cuanza Norte,
Cuanza Sul,
Cunene,
Huambo,
Huila,
Luanda,
Lunda Norte,
Lunda Sul,
Malanje,
Moxico,
Namibe,
Uige,
Zaire
[14] Nome do País.

Arménia

Mr.[1] Pavel Safarian
Blemya Capital LLC[2]
9[3] Tpagrichneri [4]St.[5]
Yerevan[6] 375010[7]

[2 ]Limited liability company – similar a nossa Empresa por cotas de responsabilidade limitada.
Limited – Equivalente a PLC Public Limited Company no Reino Unido.
OJSC Open Joint–Sociedade Anônima.
CJLC Closed Joint– Sociedade Anônima
Inc. "Corporation", "Incorporated" e a abreviação é "Corp." e "Inc."
[3] Número do prédio.
[4] Nome da Rua.
[5] St. – Street (rua)
[6] Nome da cidade – Yerevan – Capital
11 províncias (marzer, singular - marz);
Aragatsotn,
Ararat,
Armavir,
Geghark'unik',
Kotayk',
Lorri,
Shirak,
Syunik',
Tavush,
Vayots' Dzor,
Yerevan
[7] código postal de seis dígitos.

Áustria

Herrn[1]
Dipl.-Ing.[2] Andreas[3] Stuck[4]
Blemya International Stern[5] GmbH[6]
Glockengasse[7] 159[8]
1010[9] WIEN[10]

[1] Herr significa "Sr.," Significa "Ao Sr."; normalmente é usado uma linha única.
[2] Dipl.-Ing. Diplom-Ingenieur - Doutor em engenharia.
[3] Nome.
[4] Sobrenome.
[5] Nome da Empresa.
[6]GmbH. - Gesellschaft mit beschränkter Haftung traduzido como "companhia por cotas de responsabilidade limitada.". Similar a Limited Liability Company (LLC) do Reino Unido. O capital mínimo exigido na Áustria é de €35,000.
[7] Nome da rua; muitos nomes em áreas mais antigas terminam em -gasse, significando "rua." ou “Via” – Strasse, rua – Platz, praça.
[8] Número do prédio.
[9] Código postal de quatro dígitos.
[10] Cidade escritório postal para entrega, não é usada para entregas residenciais. Wien (Viena).
9 Estados - Bundeslaender, singular - Bundesland);
Burgenland,
Kaernten (Carinthia),
Niederoesterreich (Baixa Áustria),
Oberoesterreich (Alta Áustria),
Salzburg,
Steiermark (Styria),
Tirol (Tyrol),
Vorarlberg,
Wien (Viena)

Azerbaijão

Attn:[1] Grigory[2] Polova [3]
7 [4] Behbudov [5]St.[6]
Baku,[7] Az-1014[8],
Azerbaijan[9]

[1]Attn - ATTN acrônimo de “attention of” em atenção de.
[2] Nome.
[3] Sobrenome.
[4] Número do prédio
[5] Nome da rua
[6] Rua - st.
Поспект – Avenida
Улица –Rua
[7] Baku – nome da cidade – Capital
59 rayons (rayonlar; rayon - singular), 11 cidades (saharlar; sahar - singular), 1 república autonoma (muxtar respublika)
rayons:
Abseron Rayonu,
Agcabadi Rayonu,
Agdam Rayonu,
Agdas Rayonu,
Agstafa Rayonu,
Agsu Rayonu,
Astara Rayonu,
Balakan Rayonu,
Barda Rayonu,
Beylaqan Rayonu,
Bilasuvar Rayonu,
Cabrayil Rayonu,
Calilabad Rayonu,
Daskasan Rayonu,
Davaci Rayonu,
Fuzuli Rayonu,
Gadabay Rayonu,
Goranboy Rayonu,
Goycay Rayonu,
Haciqabul Rayonu,
Imisli Rayonu,
Ismayilli Rayonu,
Kalbacar Rayonu,
Kurdamir Rayonu,
Lacin Rayonu,
Lankaran Rayonu,
Lerik Rayonu,
Masalli Rayonu,
Neftcala Rayonu,
Oguz Rayonu,
Qabala Rayonu,
Qax Rayonu,
Qazax Rayonu,
Qobustan Rayonu,
Quba Rayonu,
Qubadli Rayonu,
Qusar Rayonu,
Saatli Rayonu,
Sabirabad Rayonu,
Saki Rayonu,
Salyan Rayonu,
Samaxi Rayonu,
Samkir Rayonu,
Samux Rayonu,
Siyazan Rayonu,
Susa Rayonu,
Tartar Rayonu,
Tovuz Rayonu,
Ucar Rayonu,
Xacmaz Rayonu,
Xanlar Rayonu,
Xizi Rayonu,
Xocali Rayonu,
Xocavand Rayonu,
Yardimli Rayonu,
Yevlax Rayonu,
Zangilan Rayonu,
Zaqatala Rayonu,
Zardab Rayonu

cidades:
Ali Bayramli
Sahari,
Baki Sahari,
Ganca Sahari,
Lankaran Sahari,
Mingacevir Sahari,
Naftalan Sahari,
Saki Sahari,
Sumqayit Sahari,
Susa Sahari,
Xankandi Sahari,
Yevlax Sahari

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Nos não somos todos irmãos – mas sim primos distantes

Você já parou para pensar que a sua existência hoje aqui neste planeta só é possível porque a 32 gerações atrás 4.294.967.296 pessoas foram bem sucedidas em suas relações sexuais procriativas,. Precisaram-se de dois pais na primeira geração antes de sua chegada, quatro avos na segunda geração, oito bisavós na terceira e assim por diante. Se considerarmos uma geração media de 30 anos para que as mães nasçam e se procriem, podemos estabelecer como o ano médio deste evento o ano de 1048 dC..
A população mundial hoje é de 6.7 bilhões de pessoas, é muito difícil estimar corretamente quantas pessoas já pisaram na face da terra por diversos fatores:

- Primeiro porque o conjunto de características que definem precisamente o Homo sapiens e o separa de seu ancestral imediatamente anterior ainda é objeto de muito debate;

- Segundo porque mesmo que a comunidade cientifica chegasse a um consenso unânime sobre quais características físicas separa o Homo sapiens do hominídeo antecessor seria quase impossível definir com certeza a data de sua primeira aparição;

- Somente alguns milhares de fosseis de ancestrais humanos foram encontrados muitos deles são apenas pequenos fragmentos de ossos de dedos, das mãos e dos pés;

- Sistemas de Censos confiáveis só passaram a existir do século XXIV para cá, antes disso tiveram-se apenas iniciativas parcas e escassas, tomadas com o mero propósito de cobranças de impostos e acompanhamento de serviços militares;
No entanto estimasse que entre 45 a 125 bilhões de pessoas pisaram neste planeta.

O ponto ambíguo surge quando a lógica diz que a 37 gerações antes que você nascesse foi necessário que 137.438.953.472 pessoas tivessem êxito em suas relações sexuais procriativas, e no ano de 1048 dC a população mundial era estimada em 330.000.000 pessoas – como isso é possível?

Esta premissa, aparentemente paradoxal pode ser explicada se for levada em consideração a natureza da linhagem, este calculo não leva em consideração que a cada geração existiu a fertilização entre primos distantes. Ou seja, nossa árvore genealógica ancestral não é exatamente uma árvore, mas sim um grafo acíclico dirigido, (em inglês: directed acyclic graph, ou simplesmente um dag ou DAG.
Portanto na teoria uma pessoa só pode traçar seu ancestral humano para achar o seu ultimo ancestral comum por via de um simples cromossomo. O DNA mitocondrial é imune à mistura sexual diferentemente do DNA nuclear que se embaralha e é re-combinado a cada fertilização dando origem a uma herança mendeliana.

O conceito de ultimo ancestral comum (last common ancestor ) transcende a religião na busca de Adão e Eva e volta para a ciência e é muito bem descrito no livro de Richard Dawkins “The Ancestor's Tale” (ainda sem tradução para o português) no qual ele imagina uma peregrinação de volta no tempo na qual humanos encontram todas as outras espécies de organismos com os quais compartilham ancestrais comuns os concestrais (concestors).

Na verdade, corrigindo o meu primeiro parágrafo o numero de concestrais (ancestrais comuns) no ano de 1048 dC não é de 4.294.967.296 pessoas mas sim de aproximadamente 5 a 30 milhões de pessoas.
Uma reflexão mais profunda sobre este tema nos faz buscar com mais intensidade a paz entre os povos, ou melhor, entre nos – primos distantes.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Financeirização


Fiancialização (Financialization) é um termo relativamente novo usado para descrever a emergência de uma nova forma de capitalismo na qual os mercados financeiros crescem sobre a economia industrial tradicional. Greta Krippner da Universidade da Califórnia em Los Angeles defende a teoria de que “financeirização” se refere ao “padrão de acumulação na qual a realização cresce muito mais através dos canais financeiros do que elo comercio e a produção de commodities”. Na introdução do livro Financeirização e a economia mundial reeditado em 2006, Gerald A Epstein insiste no uso cada vês mais restrito do termo: a ascensão do “shareholder value” como uma forma de governança coprorativa; ou a crescente dominação do mercado de capitais financeiro sobre os sistema financeiro baseado nos bancos.

Recentemente o termo financeirização vem sendo aplicado de uma forma mais ampla e menos compromissada. Pode-se referir também ao mercado financeiro em geral, motivadores financeiros, instituições financeiras das economias de operações domesticas e internacionais. No livro “Teocracia Americana. O Grave Risco e Política da Religião Radical, Petróleo e Empréstimos de Dinheiro no século 21” (American Theocracy: The Peril and Politics of Radical Religion, Oil, and Borrowed Money in the 21st Century) - ainda sem versão traduzida para o português – o escritor americano Kevin Phillips apresenta a financeirização como o processo no qual serviços financeiros, amplamente irraigados, assumem a economia dominante, os aspectos culturais e o papel político das economias nacionais. Phillips considera que a financeirização da economia americana segue os mesmos passos que historicamente levaram a época do declínio da casa dos Habsburgos da Espanha no século XVI, o império holandês do século XVIII, e o Império Britânico do século XIX. ... a liderança baseada no poder econômico surgem de um progresso evolucionário: primeiro a agricultura, pesca, a seguir a industria, e então as finanças. Muitos historiadores escreveram sobre este argumento. Brooks Adams resume que “quando as sociedades se consolidam, estas passam por uma profunda mudança intelectual.

Os dados mostram que o Volume Global de Ativos Financeiros (títulos de credito, ações e depósitos bancários) superou em mais de 3,6 vezes o Produto Interno Bruto mundial. Em 1980 o PIB mundial atingia a marca de 10 trilhões de dólares enquanto que o VGAF (Volume Global de Ativos Financeiros) era de 12 trilhões de dólares, esta relação em 2006 mudou drasticamente – o VGAF atingiu a marca de 167 trilhões de dólares enquanto que o PIB mundial atingia 48 trilhões de dólares.

terça-feira, 25 de março de 2008

A MARAVILHOSA VIDA DE SANTOS=DUMONT


Sabe-se aqui no Brasil que Santos=Dumont é o pai da aviação, porem o que pouca gente sabe é que este homem criou outras tantas coisas que usamos no nosso dia-a-dia.

Entre seus principais inventos constam o dirigível, o avião, a regulagem quente-frio do chuveiro, a porta de correr, o hangar, o ultraleve, o simulador de vôo, o aeroporto (palavra “airport” em inglês!), o horizonte artificial, o uso do alumínio na roda e no motor a explosão em aeronaves, o “cálculo de área alar” e a “relação peso x potência”, até hoje utilizados na indústria aeronáutica. Além disso, em 1904, Santos Dumont ganhou de seu amigo joalheiro Luis Cartier o primeiro relógio de pulso masculino.

Sua vida foi maravilhosa, vivia sobrevoando a Paris de 1900, e muitas vezes sofria acidentes que mobilizavam a cidade inteira.

Saiba mais sobre este grande homem no blog http://www.santosdumontvida.blogspot.com/

quarta-feira, 12 de março de 2008

Vila Sésamo e a Adaptação de Produtos


A minha geração cresceu assistindo Vila Sésamo que foi levada ao ar de 1972 a 1977 pela Tv Cultura, foi lá que a atriz Sonia Braga fez o seu debut.

Lembro-me de um boneco que Gostava muito do personagem Garibaldo, ele era oco e azul, era uma replica fiel do personagem Garibaldo da Vila Sésamo interpretado por Laerte Morrone. Só mais tarde vim a saber que o Garibaldo na sua concepção original não era azul e sim amarelo, foi modificado pois o amarelo não dava um contraste eficiente na antiga transmissão em preto e branco.

Talvez esta tenha sido minha primeira experiência com a adaptação de produtos da qual me lembre e a sensação não foi muito boa. Vila Sésamo foi uma série de televisão, baseada num programa infantil norte-americano Sesame Street, concebido pela Children’s Television Workshop de Nova York. Os programas piloto foram realizados no mês de julho de 1969 e a partir então, tornou-se uma franquia mundial.

O fenômeno Vila Sésamo ou Sesame Street foi co-produzido em diversos paises e adaptados às respectivas culturas. Em alguns paises o programa era simplesmente dublado e em outros como no Reino Unido e na Austrália era transmitida a versão americana.

As adaptações locais de Sesame Street foram:
1972: Vila Sésamo, no Brasil. (re-formatado em 2007)
1972: Plaza Sésamo, no México.
1973: Sesamstraße, na Alemanha.
1973: Canadian Sesame Street, Canada (re-formatado como Sesame Park nos anos noventa).
1976: Sesamstraat, na Holanda.
1978: 1, rue Sesame, na França.
1979: Iftah Ya Simsim Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo (Emiratos Árabes Unidos, Barém, Arábia Saudita, Omã, Catar e Kuwait).
1979: Barrio Sésamo, na Espanha.
1981: Svenska Sesam, na Suécia.
1983: Rechov Sumsum, em Israel.
1984: Sesame! (Batibot), nas Filipinas.
1986: Susam Sokağı, na Turquia.
1989: Rua Sésamo, em Portugal.
1991: Sesam Stasjon, na Noruega.
1996: Ulitsa Sezam, na Rússia.
1996: Sezame otevři se, na Republica Checa.
1996: Ulica Sezamkowa, na Polonia
1998: Rechov Sumsum e Shara'a Simsim, em Israel e territórios Palestinos.
1998: Zhima Jie, na China.
1999: Sesame English, em Taiwan, China, Italia e Polônia
2000: Takalani Sesame, na África do Sul.
2000: Alam Simsim, no Egíto.
2002: Play with Me Sesame, no Reino Unido.
2003: Open Sesame, na Austrália
2004: Koche Sesame, no Afeganistão.
2004: Sesame Street, no Japão.
2005: Sisimpur, em Bangladesh.
2005: 5, Rue Sésame, na França
2005: Sabai Sabai Sesame,no Camboja.
2006: Galli Galli Sim Sim, na Índia.
2007: Jalan Sesama na Indonésia.
2008: Sesame Tree na Irlanda do Norte.
2008: Tar ag Spraoi Sesame (na Irlanda), dublagem para o Gaélico do Play With Me Sesame

Após seis anos de produção a versão russa de Vila Sésamo tem em 70% de sua programação filmes de produção local, e mesmo assim em outubro de 1996, na ocasião de sua estréia, a reação da platéia russa ao programa foi negativa, pois se acreditava que o programa tinha o objetivo de implantar valores americanos antagonistas a realidade russa.

Já a versão conjunta Israelense-Palestina exibida Rechov Sumsum (israelense) e Shara'a Simsim (palestina) teve uma adaptação que merece ser reconhecida como ima iniciativa muito eloqüente para a paz local e mundial.

Os personagens Dafi, um muppet Israelense de cor arroxeada contracena com Haneen um muppet palestino alaranjado, sempre levando em cena para o publico infantil o respeito pelas diferentes culturas e a coexistência fraternal, Rompendo as barreiras sociais e discriminatórias das idéias estereotipadas.

O fato é que para ter sucesso na introdução de produtos num mercado estrangeiro a empresa deve considerar modificações no que diz respeito a regulamentações governamentais, condições geográficas e climáticas, preferências de consumidores, padrões de vida e consumo e até mesmo quanto a características de embarque considerando os padrões locais.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O Bestiário de Marco Pólo


“Partendosi dalla Giava e dal regno di Lambri, poi che s'ha navigato da circa centocinquanta miglia verso tramontana, si truovano due isole, una delle quali si chiama Nocueran e l'altra Angaman. E in questa di Nocueran non è re, e quelle genti sono come bestie, e tutti, cosí maschi come femine, vanno nudi e non cuoprono parte alcuna della loro persona.”...” Angaman è un'isola grandissima, che non ha re, le cui genti adoran gl'idoli, e sono come bestie salvatiche, conciosiacosachè mi fosse detto ch'hanno il capo simile a quello de' cani, e gli occhi e denti. Sono genti crudeli, e tutti quegli uomini che possono prendere gli ammazzano e mangiano.”

“Quando se deixa as ilhas de Java e do reino de Lambri e se percorre 140 léguas em direção à tramontana, acham-se duas ilhas, uma das quais chamadas de Nocueran e outra Angaman. E nesta de Nocueran vive um povo que não tem um rei, vivem como animais, e todos os homens bem como as fêmeas andam nus, não cobrem parte alguma de seus corpos”...”Angaman é uma ilha muito grande que não tem um rei, seus habitantes são idolatras e vivem como animais selvagens, todos tem cabeças que se assemelham a de cães, dentes e olhos de cães. São pessoas muito cruéis, e todos aqueles que se podem apoderar, desde que não sejam dos seus, são capturados e devorados.”

Rustichello de Pisa foi um romancista italiano mundialmente conhecido por escrever em co-autoria a autobiografia de Marco Pólo enquanto dividiam a sela em Genova, cerca de 1298, depois do conflito entre Genova e Veneza.

Marco ditava seus contos de viajem a Rustichello, e juntos escreveram o livro conhecido por Il Milione ou, em português, As viagens de Marco Pólo – Descrição do Mundo.

Não é nem preciso dizer que fiquei realmente impressionado com o livro, mas o que mais gosto sobre a Descrição do mundo são as fantásticas descrições do que podem ser consideradas como estórias surreais.

Era muito difícil naquele tempo separar o que era um relatório cientifico dos Bestiários ou Bestiarum vocabulum, um compendio de bestas. Bestiários se tornaram populares na Idade Média em volumes ilustrados com descrições de vários animais, pássaros, etc. Fantásticas e magníficas historias e ilustrações eram muito admiradas pelo publico em geral que as considerava como grande deleite da literatura de qualidade e poesia, e ganhou grande aceitação como uma maravilhosa fonte de fantasias na mente dos leitores.

No fim do século XVIII o marinheiro inglês Andrew Battell, prisioneiro dos portugueses em Angola descreveu dois monstros antrópodes chamados Pongo e Engeco. Sua descrição era considerada como um outro conto bestiário embora seja bastante obvio que ele estava se referindo a orangotangos.

Hanno ( c. 450 aC ) - navegador e explorador cartaginês descreveu “um povo selvagem, cuja sua maioria era formada por mulheres, com seus corpos peludos, os quais eram chamados por nossos interpretes de Gorillae". Isso se parece muito com um dos contos de Rustichello.

No inicio do século XX um funcionário do Museu Americano de Historia Natural chamado Carl Akeley viajou para a África na companhia de seus amigos Mary Bradley, uma famosa escritora de mistérios, e seu marido. Ao retornarem Mary publicou seu livro “Na trilha do Gorila”. Este sim não era mais um bestiário, más sim um magnífico trabalho cientifico.

Uma pesquisa passa a ser considerada como um trabalho cientifico quando se aplicam critérios científicos na sua formulação e implementação.

Marco Pólo descreve na sua passagem pelo deserto de Góbi o som proferido por demônios do deserto. O barulho pode ser muito alto, audível por mais de um quilometro. Este relato era parte de um bestiário, mas sabemos hoje que no deserto chinês, guias turísticos mostram o que aparentemente Pólo viu – a duna Mingsha – e explicam que quando sopra o vento, a duna assobia por causa da passagem do ar no granito sólido encoberto pela areia.

Embora muito do que Rustichello de Pise escreveu seja impossível de ser tido como verdade, sempre desejei que estes relatos não fossem uma mera mentira, por isso criei algumas possíveis imagens do que Marco e Rustichello descreveram do ponto de vista de um explorador fictício do fim do século XIX, que testemunhou e fotografou encontros com tais criaturas.

Agora, divirtam-se com suas belas descrições!!!
Esta Blémias ( Blemmyes do Latin Blemmyae) foram muito gentis com nossa equipe de fotógrafos. São de uma raça de criaturas que vivem na África, na região da Núbia, Kush, e Etiópia, geralmente no sul do Egito. Elas pertencem a um povo acéfalo (sem cabeça) que tem seus olhos e boca na altura do peito e da barriga e podem até morrer se não sentirem o cheiro de uma fruta local diariamente.

Os Ciápodes (σκιαποδες - 'sombra dos pés' em grego) ou Monóculo (μονοκωλοι - 'aquele que tem só uma perna’ em grego) vivem na Índia e tem somente uma perna, ainda assim, conseguem pular com uma surpreendente agilidade.
Nesta foto podemos ver um Ciápode se protegendo do sol na sombra de seu próprio pé.

Um Roc ou Rukh ( do arabe e Persa رخ rokh, ) segundo Louis Charles Castelli é a forma abreviada de seu nome em Persa simurgh – Ave de rapina muitas vezes de cor branca, tem a reputação de ser capaz de carregar um e devorar elefantes.

Marco Pólo descreve a ave – nas citações de Attenborough (1961:32) “Era tida para todo o mundo como uma águia, mas uma realmente grande; tão grande que de fato suas penas da ponta da asa eram doze passadas de extensão e mais grossa em proporção. Era tão forte que podia capturar um elefante com suas garras e carrega-lo pelos ares e soltá-lo das alturas para que fosse feito em pedaços; desta forma matando-o, a ave então descia para comê-lo a seu próprio capricho”.

Os Panottis (panacios, panotti, panotos, panotios - palavra grega que significa “só orelhas”) era uma raça de criaturas, de enormes orelhas capazes de cobrir o corpo todo.

São mencionadas por escritores clássicos como Plínio o Velho como habitantes da “Ilha dos Orelhudos” de Cítia (Grego Σκυθία Skythia foi uma região na Eurásia habitada na antiguidade por um grupo de povos iranianos falantes de línguas iranianas conhecidos como citas. Pomponius Mela, no entanto, escreve que eles viviam nos arredores de Orkneys.