sábado, 29 de maio de 2010

Taxis do Mundo



Uma matéria da revista Fortune de 2008 informava que a Goldman e Sachs havia contratado cerca de 300 funcionarios com MBA em 2007, e que no ano passado Merrill Lynch e Citibank estavam planejando contratar de 160 a 235 MBAs, respectivamente. Seria coincidência que estas mentes privilegiadas chegassem a Wall Street no exato momento que a maior das crises econômica começasse.

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Quer se informar sobre um bom investimento? Pergunte a um taxista. Investir na bolsa tem se mostrado um negocio difícil, a Standard & Poor’s 500 registra um retorno de 13% desde o inicio do ano 2000. Títulos velhos e monótonos apresentaram resultados mais empolgantes (o “Total Return Fund” da Pimco remunerou 46% no mesmo período), as commodities apresentaram o melhor retorno de todos (por exemplo, o barril de petróleo “crude” remunerou quase o triplo do que foi investido). Mas o melhor investimento de todos se deu junto aos taxistas de Nova York. O valor de uma licença de taxista pulou 179% somente nesta década, o “medallion” custava no mês passado US$ 760.000, desbancando todos os investimentos do período com exceção do investimento em ouro. Atingindo a assombrosa remuneração de 245%.

Você sabia que o investidor Bruce Koyner, era um taxista em Nova York até o dia que decidiu levantar um capital de US$ 3.000 no seu cartão de credito para multiplicá-lo em uma fortuna de muitos bilhões de dólares em operações de Forex, parece uma lenda urbana, mas é verdade.

Os taxistas são sem duvida as pessoas com as melhores informações que podemos contar, se estiverem de bom humor, claro. Eles com certeza darão as melhores informações sobre qualquer assunto, o melhor lugar para um solteirão encontrar uma bela parceira, os melhores lugares para dormir e comer, sem falar nas ultimas noticias sobre política.

A palavra em inglês para taxi “taxi cab” veio dos Taxímetros, inventados na Roma antiga. Era um mecanismo que girava em conexão com o eixo das carroças e soltava uma bolinha por vez, precisamente a cada distancia especifica. Ao final da viagem, o passageiro pagava pelo numero de bolinhas que haviam caído. O taxímetro moderno foi inventado pelo alemão Wilhelm Bruhn no ano de 1891, no seu Daimler Victoria – o primeiro taxi movido a gasolina e equipado com um taxímetro foi desenvolvido pela Gottlieb Daimler no ano de 1897. A palavra “Cab” (taxi em inglês) é uma abreviação de Cabriolet, um tipo de carroça puxada por cavalos. A palavra “taxi cab” é raramente usada na Grã Bretanha, a palavra “taximeter cab” foi abreviada simplesmente para “taxi” ou “cab”, e são usadas de forma separadas para identificar um tipo especifico de carro/serviço em detrimento de outro.

“Taxi” é uma palavra universal (palavras que são usadas em diversos países com o mesmo significado - tais como “hotel”, “sofá”) bem como o serviço, no entanto, cada cidade tem orgulho de seu próprio serviço de Taxi, normalmente fornecido por automóveis, mas que pode muitas vezes utilizar-se de veículos de tração humana (tal como o rickshaw), veículos de tração animal (como as carruagens) e até mesmo barcos (como os “water taxis” ou as gôndolas ). A seguir alguns dos mais extravagantes e belos taxis que podemos encontrar nas diversas cidades do mundo.

Tuc Tuc de Bangkok


Taxi de Barcelona


Taxi do Cairo


Taxi de Cingapura

Coco Taxi de Havana

Taxi de Pequim

Taxi de Madri

Taxi Conceito de Milão

Taxi de Nova York

Taxi de Nova Delhi

Taxi da Cidade do México

Taxi de Moscow

Taxi de Londres

Taxi de Lisboa

Taxi de Hong Kong

Taxi de Buenos Aires

Taxi do Rio de Janeiro

Taxi de Tóquio

Outro Taxi de Tóquio

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domingo, 31 de janeiro de 2010

NIMPS - Near Impossible Solutions (Soluções Quase Impossíveis)



Certa vez Walt Disney disse “é divertido fazer o impossível”. Agora mesmo, em todo mundo existem muitas pessoas se divertindo ao fazer o impossível, tentando (e ate mesmo conseguindo) resolver problemas tido como sem solução, construindo a ponte entre sonho e realidade. As rodovias Trans-Globais, robôs trabalhando como empregadas domesticas, próteses de membros amputados capazes de readquirir o sentido do tato são alguns dos artigos que você poderá encontrar em NIMPS. Com certeza você vai achar um conteúdo capaz de elevar o espírito, ampliar seus horizontes, e talvez até resolver seu problema quase impossível.

Saiba mais sobre os NIMPS – Soluções quase impossíveis (em inglês – brevemente em português)

sábado, 9 de janeiro de 2010

Estado de Arte no Empreendedorismo social para o Rio 2014 e 2016


A cidade do Rio de Janeiro foi eleita para receber os jogos olímpicos de 2016, tornando-se a primeira cidade da America do Sul a sediar o evento. Ruy César Miranda Reis, 63 anos, secretario especial para a copa do mundo em 2014 e para os jogos Olímpicos de 2016 espera 2 milhões de turistas e propôs investimento na ordem de 11,1 bilhões de dólares para preparação dos jogos. See this article in english O bilionário Eike Batista foi um dos responsáveis pela conquista do Rio de Janeiro. Fez da candidatura do Rio de Janeiro sua contenda pessoal ate que fizesse que o Brasil fosse o campeão de desenvolvimento em infra-estrutura. O grupo EBX Brasil AS o qual é dono fez uma doação de 323 milhões de reais para a campanha do Rio – quase um quarto dos 102 milhões de reais investidos pelo comitê Olímpico Brasileiro investiu na competição junto a quatro outros doadores da campanha. No entanto, até agora não vimos nenhuma iniciativa de empreendedorismo social que pudesse ajudar o Rio de Janeiro e o Brasil a usar desta grande oportunidade para combater a pobreza e alguns outros problemas sociais.


Um empreendedor social e aquele que reconhece um problema social a usa princípios de empreendedorismo para organizar, criar e administrar uma empreitada com o propósito de promover uma mudança cultural. Posto que o um empreendedor de negócios tipicamente mede performance em lucros e retorno, um empreendedor social mede sucesso em termos de impacto que causa na sociedade bem como em retorno financeiro. Yan Waligora, um estudante de arquitetura de 18 anos, questiona “e se parte deste investimento fosse usado para transformar as favelas no mais admirável complexo hoteleiro? – as pessoas poderiam andar com segurança pelas ruas; lojinhas locais poderiam vender suvenires típicos e as favelas teriam “puxadinhos” para receber ainda mais turistas, tudo isso com uma exclusiva vista para o atlântico, que é maravilhosa quando apreciada das favelas.



 Muitas das pessoas que habitam as favelas recebem baixos salários ou estão desempregadas, eles poderiam se transformar em pequenos empreendedores da noite para o dia e Waligora tem um plano para eles. Rio de Janeiro não é muito diferente da municipalidade de Valparaíso no Chile. Podemos traçar um paralelo entre Valparaíso e o Rio de Janeiro com sua arquitetura urbana improvisada cobrindo as montanhas e circundado o mar. A grande diferença é que os valparaisenses são conscientes do potencial na região, que conquistou o status de Patrimônio Cultural da Unesco com seu design urbano improvisado e arquitetura única. Com uma vista maravilhosa do Pacifico Valparaíso foi apelidada de “A Jóia do Pacifico”. Em 1996 World Monuments Fund (Fundo dos Monumentos Mundiais) declarou o atípico sistema de funiculares um dos 100 mais ameaçados tesouros históricos. Valparaíso também experimentou um muito bem sucedido plano piloto para prevenção de criminalidade. A municipalidade de Valparaíso promove a segurança e a boa conivência no centro histórico usando o conceito de vigilância participativa. Desta forma, turistas poderiam andar pelas ruas de forma segura. Ter orgulho do Rio de Janeiro pode ser difícil para aqueles que vivem na pobreza, cercados pela violência e numa das piores condições sociais do planeta. Uma vez vencida esta situação, temos um outro problema a resolver – não temos tempo e dinheiro para fazer isso. Talvez os Catadores de Lixo e a Tetra Pack possa ajudar A maior multinacional de processamento de alimentos e embalagens é uma empresa sueca fundada em 1951 na cidade de Lund, por Ruben Rausing. 

Plug in de água, luz e esgoto em postes instalados em lugares estratégicos

Tetra Pack também é a líder em reciclagem de seu próprio lixo. A unidade de Campinas recicla embalagens tetraédricas e o sub-produto resultante tem ampla aplicação na industria da construção. A embalagem feita basicamente de plástico e alumínio é reciclada através de um processo de secagem e moagem em uma maquina chamada “hidrapulper”, um tipo de batedeira gigante, e ai então extrusão e injeção em moldes. O resultado final é um material que pode ser usado para a produção de partes plásticas para pás, vassouras, coletores entre outros. Porem, o processo mais interessante é aquele que mói o plástico e o alumínio juntos e prensa tudo a temperaturas elevadas, transformando o material em uma placa similar ao compensado de madeira que pode ser usada como na manufatura de divisórias, moveis, artigos decorativos e telhas.



 A placa pode ser moldada em muitas formas diferentes e a expressiva relação custo-benefício pode ficar ainda melhor se contar com os patrocinadores. Fabricantes de tintas como a Suvinil poderiam estar no melhor lugar para serem vistas, fazendo com que as favelas sejam um bleo lugar para se olhar. Agora que já transformamos as favelas numa maravilha arquitetônica, segue uma outra opção extraída do artigo “Social Entrepreneur Branches Out with Tree House Community” deJennifer “se construir casas na arvore para viver soa como um absurdo, então investir numa comunidade inteira de casas na arvore geodésicas, eco-amistosas e auto-sustentadas na floresta da Califórnia deve ser a pior das loucuras. Dustin Feider – empreendedor social, Agente de mudanças profissional e fundador da O2 Treehouse – não poderia ser mais contraditório. Ainda quando era um garotinho, construindo fortes e subindo em arvores nas florestas do Wisconsin, Dustin nunca imaginou que seu amor juvenil por casas na arvore, seu sólido talento em carpintaria e paixão por sustentabilidade viria a culminar em uma carreira de empreitada social. Dustin é um campeão emergente da for “living architecture”, um movimento que liga arte, design e o uso de recursos naturais sustentáveis para construção residencial e comercial. Tudo o que construído pela O2 Treehouses é feito com materiais sustentáveis e são eco-amistosos. A visão de Dustin por mudar a forma que construímos está conquistando as pessoas por todo os EUA. Guiado pela Buckminster Fuller’s social entrepreneurship e 100 por cento por seu idealismo humanitário, Dustin baseia sua idéia na premissa que todo mundo deve curtir arquitetura e a natureza. Dustin está construindo uma comunidade inteira de casas em arvores verdes nas florestas de Redwood e Doug Firs na Califórnia...Nenhum furo é feito diretamente nas arvores, Dustin desenha as casas como retiros de fundo de quintal, cabinis de férias e resorts de eco-aventura. O processo de construção eco-amistoso protegem as arvores para que possam crescer sem restrições... enquanto Dustin repassa os últimos detalhes do projeto do projeto da Redwwod Tree, ele também trabalha em uma estrutura de bambu veneziano, que terá duas plataformas suspensas, uma passarela, um santuário de bambus e escadas de corda. Ele está pré-fabricando a estrutura nas dependências da Permacultre East House em Mar Vista, que tem longa tradição em aprimoramento de sustentabilidade e redução de dejetos. “saiba mais em Social Earth.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

História das Marcas


As marcas foram utilizadas pela primeira vez na historia antigo Egito como forma de identificar a propriedade e orgulho dos criadores, quem viveu naquela época saberia que o grande senhor Ti tinha o melhor gado devido a uma alimentação primorosa e grande cuidado que tinha com seus bois. É evidente que com grandes espaços abertos seu gado se misturaria com animais de outros criadores, dessa forma foi necessário desenvolver alguma forma de identificação. A partir de uma escavação realizada num antigo cemitério de animais da 26ª dinastia, acredita-se que uma forma de identificar um animal era marcar ou corroer seus chifres. Todavia, marcações de animais era comumente representada em tumbas Tebanas (Nebamun and Neferhotep) e também no papiro Varzy, marcações eram talvez as formas mais efetiva de identificação praticadas em grandes nações e templos.

Animais são marcados já há muito tempo; o termo “maverick” em inglês, “bezerro sem marca” era uma citação do rancheiro texano Samuel Augustus Maverick que, durante a guerra civil americana, percebeu que todos marcavam seu gado, e decidiu que os dele seriam identificados por não haverem nenhum tipo de marcação.

Marcações eram usadas também como forma de identificar prisioneiros como símbolo de desonra, a marca dos escravos. Todos as letras do alfabeto podem ser reproduzidas com ferro em brasa retorcida na configuração da letra “J”.

Bandeiras também eram tidas como uma forma de marca, o uso de bandeiras se espalhou pela Índia e China, onde certamente foram inventadas, até os vizinhos próximos como a Birmânia, Sião e sudeste da Ásia.

Os persas usaram a bandeira Drafsch e Kavian na época da dinastia aqueménida de 500-330aC. Depois disso usaram bandeiras com um aspecto um pouco diferente na era Sassânida (224-651). Que também era usada para representar o Estado Sassânida – Ērānshāhr, o “reino do Iran” – esta foi talves a primeira “bandeira nacional” do Iran.

Mas a primeira vez que as marcas foram usadas para identificar um produto manufaturado foi na antiga Roma.

Foram encontrados num deposito de materiais em Modena vasos, garrafas, tijolos e lamparinas a óleo, cada qual com o nome do artesão que a fez.

Firmalampen ou “lâmpadas firma” foi um dos primeiros produtos produzidos em massa nos tempos romanos (aproximadamente em 150 d.C.). Portavam claramente suas marcas gravadas na parte de baixo.

Foram achadas também diferentes marcas de Garum, ou liquamen, um tipo de condimento para peixe muito popular na sociedade da Roma Antiga (Também jarros de vinho com a denominação “vesuvinum”, um trocadilho de marketing para “vinho do Vesúvio” achados em Pompéia).

Existiu também as espadas do tipo escandinava (século XI). Uma das quais com cabo de bronze, ornada com base no imaginário de monstros (tal qual as pedras de runas) com uma marca (marca registrada) na lamina: “Kоваль Людота (Людоша )” (“Koval Ludota (Ludosha)” traduzidas como “O ferreiro Ludota (Ludosha)”. Esta era a mais antiga arma com marca em cirílico. A marca do primeiro ferreiro fabricante de espadas.

O uso de Brasões de famílias nos tempos medievais para distinguir uma família da outra, evidenciando suas características principais ainda hoje é uma forma de diferenciação de produtos (famílias) que teve início ao mesmo tempo no ocidente e também no Japão,eles aplicavam seus brasões na forma de Tsubas.

Os Tsubas - (鍔) eram proteções, normalmente de forma circular ou muitas vezes na forma de círculos achatados, das empunhaduras de espadas japonesas, os katanas e suas variações (tachi, wakizashi etc.). Os tsubas eram usados para prevenir que as mãos escorregassem para as laminas durante a perfuração ou o ataque frontal da espada do oponente.

Nicolas Appert ( 17 de novembro de 1749 – 3 de junho de 1841), nascido em Châlons en Cahmpagne foi o inventor da comida preservada pela supressão de ar. Appert, conhecido como o “pai dos enlatados” - father of canning era um confeiteiro.

A cervejaria britânica Bass & Company, alega que seu triangulo vermelho foi a primeira marca registrada do mundo. A Lyle’s Golden Syrup tem uma alegação parecida, a de ser a mais antiga marca da Grã-bretanha com a sua embalagem verde e dourada que se manteve inalterada desde 1885.

Estes são os antigos exemplos de “protomarcas” ou marcas que surgiram antes da revolução industrial e a produção em massa e subsequentemente o marketing de massa.

As marcas no campo do marketing de massa originaram-se no século 19 com o advento dos bens embalados. A industrialização trouxe a produção de diversos objetos do uso cotidiano, tais como o sabão, de comunidades locais para fabricas centralizadoras. Quando embarcava seus artigos, as fabricas literalmente imprimiam seu logo ou sua insígnia nos barris usados, extendendo o significado de marca para “trademark”.

Nos idos de 1900, James Walter Thompson publicou um artigo na forma de anuncio explicando o conceito de marca. Essa foi à primeira explanação comercial conhecida como branding. Companhias como a Coca-cola, IBM e Fiat logo adotaram seus “slogans”. Mascotes, e jingles publicitários que logo começaram a aparecer nos recém criados rádios e televisores.

No que se refere a Coca-cola ... profissionais de marketing costumam dizer que o mundo sofreu uma transformação a partir do momento em que a primeira garrafa de Coca-cola foi vendida na farmácia de Jacobs em Atlanta, Geórgia no dia 8 de maio de 1866. o nome e o produto por si só tem diversos significados para centenas de milhões de consumidores em todo o mundo. Os produtos da “Coca-cola” são servidos mais de 705 milhões de vezes todos os dias, matando a sede de consumidores em mais de 200 paises e territórios ao redor do globo.

Vejamos como a Coca-cola evoluiu desde aquele dia:

1886 - Vendas de Coca-Cola atingem a marca de nove drinks por dia. Dr. Pemberton vendeu 25 galões de xarope, embarcou em barris de madeira vermelhos. Desde então a cor vermelha está associada com a marca de refrigerante numero um no mundo.
1891 – O empresário de Atlanta na Geórgia, USA adquiriu os negócios da Coca-Cola. Pemberton se viu obrigado a vender pois, estava em péssimo estado de saúde e com dívidas. Ele investiu US$ 76,96 em propaganda, mas teve apenas US$ 50,00 em lucros. Candler pagou pela aquisição US$ 2.300,00. Em quatro anos, a campanha de merchandising de Candler fez com que o consumo de Coca-Cola expandisse para todos os estados americanos.
1893 – No mês de janeiro a “Coca-Cola” teve seu registro no escritório de patentes Americano.
1917 – 3 Milhões de garrafas de Coca-Cola vendidas por dia. “torna-se a marca registrada mais conhecida do mundo”.
1925 – 6 Milhões de garrafas de Coca-Cola vendidas por dia.
1927 – Primeiro spot de radio da Coca-Cola.
1929 – Coca-Cola agora é vendida nas “Vending Machines”.
1931 – Chega ao mercado a “Coke Santa” (referencia da Coca-Cola ao Papai Noel) como promoção de natal.
1934 – A Coca-Cola cria uma bandeja de serviço metálica com Johnny Weissmuller, campão olímpico de natação, e Maureen O’Sullivan, astro de cinema.
1940 – A Coca-Cola é engarrafada em mais de 40 países.
1950 – Começa a anunciar em televisão. Atualmente os anúncios de Coca-Cola são exibidos em 500 canais de televisão no mundo todo.
1971 – Ano de lançamento do tema "I'd like to Buy the World a Coke" – “Gostaria de pagar ao mundo uma Coca”.
1977 – A garrafa de Coca-Cola em seu formato peculiar é patenteado.
1982 – Introdução da Coca-Cola Diet.
1988 – A Coca-Cola torna-se a primeira operadora independente na União Soviética.
1993 – A venda de Coca-Cola ultrapassa a marca de 10 bilhões de caixas vendidas ao redor do mundo.
1993 – Lançamento do slogan “sempre Coca-Cola”
1995 – Coca-Cola foi consumida no Ônibus Espacial – é a terceira vez que bebem Coca-Cola no espaço e a primeira que bebem Diet Coke.
1996 – Jogos Olímpicos disputados em Atlanta, terra natal da Coca-Cola. Por mais de 65 anos, Coca-Cola patrocina os Jogos Olímpicos.
2002 – A plataforma de marketing “Welcome to the coke side of life” – bem-vindo ao lado Coca-Cola da vida – faz seu debut.
2005 – Coca-Cola a sua lata de Alumínio.
2008 – Coca-Cola celebra seus 80 anos de contínuo envolvimento com os Jogos Olímpicos – marca esta, não atingida por nenhum outro patrocinador.
Veja esta matéria em inglês

domingo, 21 de junho de 2009

Casas concebidas pela bio-engenharia (Bio-engeneered House - BEH)



Biomimética (de bios-vida e mimesis- imitação) conceito antigo que volta a ser considerado no pensamento cientifico que examina a natureza, seus modelos, sistemas processos e elementos- e os emula ou servem de inspiração para resolver problemas de sustentabilidade. Na literatura cientifica e técnica de engenharia, muitas vezes é usado o termo Biomimética para o processo de compreendimento e aplicação de princípios biológicos em designes humanos.

O centro Eastgate em Harare no Zimbábue, tem a melhor arquitetura no estilo verde e em adaptação ecológica. A maior central de lojas e escritórios comerciais do país é uma maravilha da arquitetura no que diz respeito ao uso de princípios biomiméticos. O edifício de estatura mediana, concebido pelo arquiteto Mick Pearce em trabalho conjunto com os engenheiros da Arup Associados, não tem um sistema de ar-condicionado convencional, e sim sistema de regulagem de base anual de infinitamente menor consumo de energia cujo design foi inspirado nos trabalho de maçons construtores zimbabueanos e nos auto-resfriados termiteiras africanas (ninhos de cupins terrestres)!

A camada de ar externa que e dragada pode ser tanto aquecida como resfriada pela massa da construção dependendo de que área está mais quente, se é o ar ou o edifício de concreto. Então o ar e ventilado para os andares do edifício e escritórios e só então são retirados por meios de chaminés no teto. O complexo compõem-se de dois edifícios, lado-a-lado separados por um espaço que é coberto por vidro e aberto às bisas locais.

O centro Eastgate usa menos de 10% da energia demandada por um edifício convencional do mesmo tamanho. Eficiência esta que atinge seu objetivo principal: os proprietários do Eastgate economizaram US$ 3.5 milhões só pelo fato de não ter que instalar um sistema de ar condicionado.

Imagine então se pudéssemos desenvolver uma forma de vida geneticmente modificada com o propósito de construir espaços residenciais, casas completamente adaptadas ao ambiente.

Mitchell Joachin dos laboratório do MIT lidera um time que está incumbido de desenhar uma casa-arvore. Não se trata de uma casa colocada em uma arvore, mas sim de uma arvore viva que será esculpida e transformada em uma casa. Obviamente uma casa que também é uma arvore terá sistemas radicalmente inovativos para todos os aspectos de vida. A água será gerada no telhado e circulará através da gravidade pela casa, onde será utilizada pelos moradores, filtrada no jardim e purificada em um lago onde bactérias, peixes e plantas farão a reciclagem dos dejetos.

Esta casa será completamente auto-suficiente, uma casa apropriadamente chamada de “Casa Tecno Gaia” ( Técnico-gaianismo é um morfema que faz uma fusão de duas palavras, “Técnico” de tecnológico e “Gaia” da filosofia de Gaia na qual a linha de ponta dos ambientalistas trabalham suas pesquisas, desenvolvimento e usando as recentes e futuras tecnologias para restaurar o ambiente do planeta terra. Tecno-gaianos argumentam que desenvolver tecnologia alternativa segura e limpa consiste na principal meta dos ambientalistas).

Com o advento das BEHs nos não nos preocuparemos mais com os preços dos matérias de construção; tudo o que teríamos que fazer seria comprar uma semente de BEH e deixá-la crescer. Obviamente em determinado estagio do crescimento, instruções genéticas seriam fornecidas para que parassem de crescer, amenos que queiram uma mansão.

Tenho certeza que veremos num futuro próximo, projetos como a “TERMITEIRA LIBÉLULA”, uma casa gigante construída por cupins de terra geneticamente modificados com 2 cm de comprimento chamados de Megatermites. Casas com sistema de refrigeração e oxigenação muitíssimo efetivos. As janelas serão feitas a partir do DNA alterado de suas asas resultando num vitral maravilhosamente concebido.

Moluscos gigantes darão existência às “CONCHAS ESPIRAIS CACO3” casas pré-fabricadas que tirarão vantagem do próprio sistema vascular como conduítes elétricos e tubulação de água. E a estrutura de madrepérola semi-transparente proporcionará um efeito de iluminação extraordinário durante os dias e a luminescência natural fornecerá uma luz natural e calma durante as noites.

domingo, 17 de maio de 2009

Tomadas e plugues ao redor do mundo


O Brasil é o único país no mundo que tem planos de introduzir o sistema de plugues e tomadas domésticos no padrão internacional IEC 60906-1 para 230 V. Esta padronização surgiu no encontro da Comissão Eletrotécnica Internacional de 1986 com planos para ser adotada pelo continente europeu e outras regiões do mundo com distribuição de 230V.


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Quando a eletricidade foi introduzida para fins domésticos era utilizada principalmente para iluminação. Na época, as companhias de distribuição de eletricidade usavam o sistema de tarifas divididas, no qual o custo da eletricidade para iluminação era mais baixo do que para outras propostas. Mas ainda assim permitiu o surgimento de eletrodomésticos portáveis (aspiradores de pó, ventiladores, e secadores de cabelos) conectados a adaptações de encaixe ao soquete de iluminação.

A primeira tomada para ser utilizada com plugues de encaixe próprios na forma de duas laminas macho em tomada fêmea, para uso em aparelhos de iluminação e utilitários de ajuda domésticos, por meio de conexão ao sistema elétrico foi inventado em 1904 por Harvey Hubbell em 1904 sob a patente U.S. Patent 774,250.

Hoje são diversos os padrões utilizados no mundo:

A (NEMA 1-15 USA 2 pontos)

B (NEMA 5-15 USA 3 pontos)

C (CEE 7/16)

D (BS546 5 A)

E (Francês)

F (CEE 7/4 "Schukostecker" ou "com aterramento")

G (BS1363 com fusivel 13 A)

H (SI 32 Israel)

I (AS-3112 Argentina / Austrália / Nova Zelândia)

I, soquetes adicionais para A, C e I (China)

J (SEV-1011 Suiça)

K (SRAF 1962/DB Dinamarca)

L (CEI 23-16 Itália)


Região | Tipo(s) de tomada e plugue | Voltagem | Frequência | Observações

Afeganistão, D, F 240 V 50 Hz voltagem pode variar de 160 a 280.
Albânia C, F 220 V 50 Hz
Argélia C, F 230 V 50 Hz
Samoa Americana A, B, F, I 120 V 60 Hz
Andorra C, F 230 V 50 Hz
Angola C 220 V 50 Hz
Anguilla A (maybe B) 110 V 60 Hz
Antígua A, B 230 V 60 Hz voltagem nos aeroportos é de 110 V.
Argentina C, I 220 V 50 Hz Positivo e negativo são invertidos para tomadas do tipo I em comparação a maioria dos outros países.
Armênia C, F 220 V 50 Hz
Aruba A, B, F 127 V 60 Hz Lago Colony 115 V.
Austrália I 230 V 50 Hz No ano 2000, as voltagens principais descritas na AS 60038 com 230 V com tolerância de +10% -6%[3]. Através da harmonização de voltagens - embora ainda haja tolerância para 240 "two-forty volts". (comumente encontrada).
Áustria C, F 230 V 50 Hz
Azerbaijão C 220 V 50 Hz
Açores C, F 220 V 50 Hz
Bahamas A, B 120 V 60 Hz junto com 50 Hz em outras áreas.
Bahrain G 230 V 50 Hz Awali 110 V, 60 Hz.
Ilhas Baleares C, F 220 V 50 Hz
Bangladesh A, C, D, G, K 220 V 50 Hz
Barbados A, B 115 V 50 Hz
Bielo-Rússia C 220 V 50 Hz
Bélgica C, E 230 V 50 Hz
Belize A, B, G 110 V e 220 V 60 Hz
Benin C, E 220 V 50 Hz
Bermuda A, B 120 V 60 Hz
Butão D, F, G, M 230 V 50 Hz
Bolívia A, C 220 V 50 Hz La Paz e Viacha 115 V.
Bonaire 127 V 50 Hz o receptáculo é uma combinação de B&C sem conector de terra.
Bósnia C, F 220 V 50 Hz
Botswana D, G, M 231 V 50 Hz
Brasil Os tipos A, B, C, I 127 V e 220 V 60 Hz estão se tornando comuns para tomadas de 220 V em áreas de 127 V. o fornecimento de duas voltagens são bastante comuns em diversas regiões brasileiras, equipamentos como secadoras de roupas, e chuveiros elétricos tendem a utilizar 220 V mesmo em áreas de 127 V. Dependendo da região as voltagens podem ser de 115 V, 127 V, ou 220 V. Os tipos A, B e C muitas vezes estão juntos (com pinos achatados ou redondos) desta forma os tipos A, B ou C podem ser usados. É importante notar que em 2009, Brasil inicia os trabalhos para a conversão ao padrão Internacional IEC 60906-1 , muito parecido com as do tipo J porem não são compatíveis.
Brunei G 240 V 50 Hz
Bulgária C, F 230 V 50 Hz
Burkina Faso C, E 220 V 50 Hz
Burundi C, E 220 V 50 Hz
Camboja A, C, G 230 V 50 Hz
Camarões C, E 220 V 50 Hz
Canada A, B 120 V 60 Hz padrão para 120 V. 240 V usadas para equipamentos tais como secadoras de roupas, ar condicionado, fornos elétricos e maquinarias. Prédios com duas redes de circuitos são comuns. As tomadas do tipo A são utilizadas somente para reformas de instalações antigas. As do tipo B em novas construções e revisão da parte elétrica. A as 20-Amp do tipo B porem, tem encaixe do tipo T é são usadas nas novas construções de instalações de cozinhas.
Ilhas Canárias C, E, F, L 220 V 50 Hz
Cabo Verde C, F 220 V 50 Hz
Ilhas Caiman A, B 120 V 60 Hz
República Centro-Africana C, E 220 V 50 Hz
Chad D, E, F 220 V 50 Hz
Channel Islands C, G 230 V 50 Hz
Chile C, L 220 V 50 Hz
China (Somente no continente Chinês) A, C, I 220 V 50 Hz A maioria das tomadas encaixam as do tipo A e I Algumas tomadas encaixam as do tipo A e C ( os buracos das tomadas tem cortes verticais no centro e encaixes circulares nos lados) desta forma podem ser usadas as do tipo A ou C. As tomadas do tipo A so encaixam plugues com pinos do mesmo tamanho – um tipo A polarizado pede um adaptador. NOTA IMPORTANTE. Qualquer que seja o tipo de tomada encontrada na China lembre-se que a voltagem será sempre de 220 volts.
Colômbia A, B 120 V 60 Hz ar condicionado de alta potência, equipamentos de restaurantes, e fornos elétricos pedem sempre por tomadas de 240 volts.
O (Código Elétrico Colombiano) trata-se essencialmente da tradução do codigo elétrico Norte Americano.
Comoros C, E 220 V 50 Hz
Congo-Brazzaville C, E 230 V 50 Hz
Congo-Kinshasa C, D 220 V 50 Hz
Ilhas Cook 240 V 50 Hz
Costa Rica A, B 120 V 60 Hz
Costa do Marfim C, E 230 V 50 Hz
Croácia C, F 230 V 50 Hz
Cuba A, B 110 V 60 Hz
Chipre G 240 V 50 Hz
República Checa C, E 230 V 50 Hz
Dinamarca C, K 230 V 50 Hz Type E is added from July 2008.[5]
Djibouti C, E 220 V 50 Hz
Dominica D, G 230 V 50 Hz
República Dominicana A, B 110 V 60 Hz
Timor Leste C, E, F, I 220 V 50 Hz
Equador A, B 120 V 60 Hz
Egito C 220 V 50 Hz
El Salvador A, B 115 V 60 Hz
Guinê Equatorial C, E 220 V 50 Hz
Eritrea C 230 V 50 Hz
Estónia C, F 230 V 50 Hz
Etiópia C, E, F, L 220 V 50 Hz
Ilhas Faroe C, K 220 V 50 Hz
Ilhas Falkland (Malvinas) G 240 V 50 Hz
Fiji I 240 V 50 Hz
Finlândia C, F 230 V 50 Hz
França C, E 230 V (antigamente 220v) 50 Hz. As tomadas do tipo C são proibidas já a mais de 10 anos.
Guiana Francesa C, D, E 220 V 50 Hz
Faixa de Gaza C, H 230 V 50 Hz (veja Israel)
Gabão C 220 V 50 Hz
Gámbia G 230 V 50 Hz
Alemanha C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F ("Schuko", abreviação de "Schutzkontakt") é o padrão.Plugues do tipo C ("Euro-Stecker") são comuns, especialmente para equipamentos de baixa potencia. Tomadas do tipo C não são comuns e existem apenas em construções antigas.
Gana D, G 230 V 50 Hz
Gibraltar G, K 240 V 50 Hz Tipo K era usada no desenvolvimento do Europort por construtores Holandeses. Porem a maioria é do tipo britânica.
Grécia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F é o padrão para as construções novas. As do tipo C existem somente em construções antigas. Equipamentos que demandam maiores potencias utilizam as tomadas do tipo E&F.
Groenlândia C, K 220 V 50 Hz
Granada G 230 V 50 Hz
Guadalupe C, D, E 230 V 50 Hz
Guam A, B 110 V 60 Hz
Guatemala A, B 120 V 60 Hz
Guinê C, F, K 220 V 50 Hz
Guinê-Bissau C 220 V 50 Hz
Guiana A, B, D, G 240 V 60 Hz
Haiti A, B 110 V 60 Hz
Honduras A, B 110 V 60 Hz
Hong Kong G é usada em quase todos os produtos, enquanto que M é (raramente) quando a amperagem pedida é entre 13 e 15A. D já está obsoleta. 220 V 50 Hz amplamente utilizada no sistema britânico. Ocasionalmente uma tomada do tipo 'shaver' é encontrada (similar a do tipo C) em alguns banheiros que fornecem baixa corrente à alguns outros tipos de tomadas. Estas sempre são de 110 V e 220 V na mesma plataforma, ou tem uma chavinha seletora, que muitas vezes tem etiquetas com 110 V e 220 V. Este tipo de instalação dupla não é tão comum em HK como é no Reino Unido. Existe ainda uma versão 2A do tipo D, que agora está obsoleta.
Hungary C, F 230 V (antigamente 220V) 50 Hz
Islândia C, F 230 V 50 Hz
Índia C, D, M 230 V 50 Hz a voltagem padrão da Índia é 230V/50 Hz com tolerância que varia de 216V to 253V. Em alguns hotéis encontram-se receptáculos duplos para equipamentos estrangeiros fornecendo ambos 120V e 230V.
Indonésia C, F, G 127 V e 230 V 50 Hz Tipo G não é tão comum.
Iran C, F 220 V 50 Hz Tomadas do tipo C não são tão comuns e existem somente em construções mais antigas. As do tipo F são usadas em novas construções. As do tipo C são para uso em equipamentos de baixas tensões
Iraque C, D, G 230 V 50 Hz
Irlanda G usadas nas instalações normais – “Legacy systems” (raros): D e M (tal qual o Reino Unido); e do tipo F (Schuko) 230 V (antigamente 220v) 50 Hz G Tomadas e soquetes são definidos pelo NSAI I.S. 401 (Plugues) I.S. 411 (Tomadas). Tipo F ("Side Earth") plugues encontrados ocasionalmente em instalações antigas por influencia da Siemens. Tomadas do tipo ' A 'shaver' (similares a do tipo C) são muitas vezes encontradas em banheiros. Estas são quase sempre de 110 V e as de 230 V estão na mesma plataforma com uma chavinha de mudanças e/ou etiquetadas como 115 V e 230 V. as do tipo tem muitas vezes uma chavinha do tipo liga-desliga. Transformadores aterrados de 110 V são muitas vezes usados em equipamentos portáteis industriais.
Ilha de Man C, G 240 V 50 Hz
Israel C, H 230 V 50 Hz O padrão de tomadas H foram recentemente mudadas para receberem pinos arredondados, desta forma as tomadas modernas aceitam ambos tipos C e H. A dos tipo M são usadas para ar condicionados. Plugues idênticos são encontrados também nas Áreas da Autoridade Nacional Palestina.
Itália C, F, L 230 V (antigamente 220v)[6] 50 Hz
Jamaica A, B 110 V 50 Hz
JapãoA, B 100 V 50 Hz
e
60 Hz no leste do Japão 50 Hz (Tokyo, Kawasaki, Sapporo, Yokohama, e Sendai); Oeste japonês 60 Hz (Okinawa, Osaka, Kyoto, Kobe, Nagoya e Hiroshima). Nas construções antigas do Japão os soquetes não são alternados (um dos pinos é maior do que o outro para que o positivo não entre no furo do negativo). Muitos prédios não tem o pino de aterramento. As tomadas e plugues seguem o padrão Americano.
Jordânia B, C, D, F, G, J 230 V 50 Hz
Cazquistão C, E, F 220 V 50 Hz Sem um padrão oficial. A tolerância de voltagem é de 220 V ±10%. A voltagem real pode variar (normalmente 150-200 V) por causa de um sistema de fornecimento precário.
Quênia G 240 V 50 Hz
Kiribati I 240 V 50 Hz
Coréia do Norte C 220 V 50 Hz
Coréia do Sul A, B, C, F (Tipos A & B são usadas para instalações de 110-volts ou em instalações antigas. Tipos C & F são usadas para 220 Volts.) 220 V 60 Hz As do tipo F são normalmente encontradas em escritórios, aeroportos, hotéis e em algumas instalações residenciais; enquanto que as do tipo C (tipo CEE 7/17) são padronizadas para casas residenciais. A distribuição de 220 volts e feita por pólos vivos de um sistema de 110 volts (o neutro não é usado). 110 V/60 com plugues A & B (sob a influência colonial japonesa, agora não é mais usada). Algumas instalações residenciais tem transformadores para que possam usar equipamentos de 110 V importados do Japão ou dos Estados Unidos. Muitos hotéis tem somente tomadas de 220 V. porem outros hotéis tem ambas de 110 V (Tipo A ou B) e220 V (Tipo C ou F).
Kuwait C, G 240 V 50 Hz
Quirguistão C 220 V 50 Hz
Laos A, B, C, E, F 230 V 50 Hz
Letónia C, F 220 V 50 Hz
Líbano A, B, C, D, G 110 V e 200 V 50 Hz
Lesoto M 220 V 50 Hz
Libéria A, B, C, E, F 120 V e 240 V 50 Hz antes 60 Hz, agora oficialmente 50 Hz. Muitas usinas elétricas ainda distribuem em 60 Hz. A & B são usadas para 110v; C & F são usadas para 230/240v. Muito do sistema de distribuição de eletricidade foi destruído durante a Guerra civil de 1990, e o fornecimento de eletricidade está bem limitado. Fornecimentos locais podem variar e não chegar a tomada com sua voltagem real.
Líbia D, L 127 V 50 Hz Barce, Benghazi, Derna, Sebha & Tobruk 230 V.
Lituânia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Liechtenstein C, J 230 V 50 Hz Norma suíça, C somente na forma da CEE 7/16.
Luxemburgo C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Macau.R. P da China D, M, G, um pequeno número de F 220 V 50 Hz Não tem um padrão oficial, todavia, no Terminal de Balsas de Hong Kong-Macau construído por portugueses antes da devolução era E & F. depois da devolução Macau adotou a G .
Macedônia C, F 220 V 50 Hz
Madagascar C, D, E, J, K 127 V e 220 V 50 Hz
Madeira C, F 220 V 50 Hz
Malaui G 230 V 50 Hz
Malásia G (M para ar condicionado e secador de roupas) 240 V 50 Hz a voltagem oficial é de 230 AC V com tolerância de +10%,-6%.Todavia o fornecimento de eletricidade seja de 240 V (exceto em Penang com 230 V), As do tipo C são muito comuns para equipamentos de áudio e vídeo. Maldives A, D, G, J, K, L 230 V 50 Hz
Mali C, E 220 V 50 Hz
Malta G 230 V 50 Hz
Martinica C, D, E 220 V 50 Hz
Mauritânia C 220 V 50 Hz
Maurício C, G 230 V 50 Hz
México A, B 127 V 60 Hz tipo B está se tornando mais comum. Voltagem pode variar legalmente aprox +/- 10% (amplitude de 114 a 140 volts). Fases divididas são encontradas e eletricistas locais podem puxar os fios para ter um fornecimento de 240V para ar condicionado, maquinas de lavar, etc.
Micronésia A, B 120 V 60 Hz
Moldávia C, F 220-230 V 50 Hz Compatível com a União Européia e o sistema da antiga União Soviética o (GOST).
Mônaco C, D, E, F 127 V e 220 V 50 Hz
Mongólia C, E 230 V 50 Hz
Montenegro C, F 220 V 50 Hz
Montserrat (Ilhas de Leeward) A, B 230 V 60 Hz
Marrocos C, E 127 V e 220 V 50 Hz conversão para 220 V em progresso.
Moçambique C, F, M 220 V 50 Hz tipo M encontrado principalmente na fronteira com a África do Sul, incluído a capital Maputo.
Mianmar / Birmânia C, D, F, G 230 V 50 Hz tipo G encontrado nos melhores hotéis. Algumas das principais cadeias de hotéis tem lojinhas com adaptadores do tipo I ou outros a venda.
Namíbia D, M 220 V 50 Hz
Nauru I 240 V 50 Hz
Nepal C, D, M 230 V 50 Hz
Netherlands C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Antilhas Holandesas A, B, F 127 V e 220 V 50 Hz
St. Martin 120 V, 60 Hz;
Saba & St. Eustatius 110 V, 60 Hz, A, talvés B
Nova Caledônia E 220 V 50 Hz
Nova Zelândia I 230 V 50 Hz Electricity Regulations 1997 dita que a voltagem é 230 V ±6%
Nicarágua A, B 120 V 60 Hz
Níger A, B, C, D, E, F 220 V 50 Hz
Nigéria D, G 240 V 50 Hz
Noruega C, F 230 V 50 Hz IT sistema de aterramento
Okinawa A, B 100 V 60 Hz instalações militares 120 V.
Oman C, G 240 V 50 Hz Comum ocorrer variações de voltágem.
Paquistão C, D, M, G 230 V 50 Hz padrão official é 230 V / 50 Hz. Tolerância de voltágem 230 V ±5% (218 V a 242 V). Tolerância de frequência 50 Hz ±2% (49 Hz to 51 Hz) mas, com a Karachi Electric Supply Corporation (KESC) é 240 V / 50 Hz.
Tipo C e D Plugue / Tomada são comuns queimpanetos de baixa potência. Tipo M Plug / Tomada são comuns para ar condicionados e equipamentos de alta potência. Tipo G Plugue / tomada não é tão comum.
Panamá A, B 110 V 60 Hz Cidade do Panamá 120 V.
Papua Nova Guinê I 240 V 50 Hz
Paraguai C 220 V 50 Hz
Perú A, B, C 220 V 60 Hz Talara 110/220 V; Arequipa 50 Hz
Filipinas A, B 220 V 60 Hz Muitas tomadas são do tipo A, e outras do tipo B. Tomadas e interruptores são produzidos nos Estados Unidos. Algumas áreas tem fornecimento de 110V como em Baguio.
Polônia C, E 230 V 50 Hz
Portugal C, F 220 V[9] 50 Hz
Puerto Rico A, B 120 V 60 Hz
Qatar D, G 240 V 50 Hz
Ilhas Reunião E 220 V 50 Hz
Romênia C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz virtualmente idêntica ao padrão Alemão. Muitas tomadas domesticas são compatíveis com o padrão do leste Europeu. ( pinos de 4.0 mm). Equipamentos industriais (Máquinas de lavar, soldar, etc.) usam fornecimento de 3 fases 380V.
Federação Russa C, F 220 V 50 Hz USSR (bem como boa parte do leste europeu) usam as tomadas do padrão GOST com pinos de 4.0 mm ao invés de pinos de 4.8 mm usados na Europa Ocidental (Schuko). Atualmente as tomadas soviéticas podem ser vistas nas casas mais velhas nos subúrbios e áreas interioranas. O padrão obsoleto de 127 V/50 Hz AC ainda é usado em vilarejos remotos. Em outras áreas já foram alteradas desde os anos setenta pelo padrão 220V. Instalações industriais usam o suprimento de 3 fases 380V.
Ruanda C, J 230 V 50 Hz
St. Kitts and Nevis A, B, D, G 110 V e 230 V 60 Hz o plugue da região é o mesmo dos Estados Unidos (2 pinos) 110-120 V
St. Lucia (Ilhas Winward) G 240 V 50 Hz
St. Vincent (Ilhas Winward) A, C, E, G, I, K 230 V 50 Hz
São Tomé e Príncipe C, F 220 V 50 Hz
Arábia Saudita A, B, F, G 127 V e 220 V 60 Hz
Senegal C, D, E, K 230 V 50 Hz
Servia C, F 220 V 50 Hz
Seychelles G 240 V 50 Hz
Serra Leoa D, G 230 V 50 Hz
Singapura G (porem o M são para ar condicionados e secadoras de roupas) 230 V 50 Hz Tipos A e C são usados para equipamentos de áudio vídeo e adaptadores são amplamente usados.
Eslováquia C, E 230 V 50 Hz
Eslovênia C, F 230 V 50 Hz de três fases 380 V AC Usados para maquinário pesado.
Somália C 220 V 50 Hz
Africa do Sul M 220 V 50 Hz Grahamstown & Port Elizabeth 250 V; também achados em King Williams Town
Espanha C, F 230 V (antigamente 220v) 50 Hz
Sri Lanka D, M, G 230 V 50 Hz Vem crescendo muito o uso do tipo G em novas contruições.Principalmente em Colombo e em hotéis de luxo.
Sudão C, D 230 V 50 Hz
Suriname C, F 127 V 60 Hz
Suazilândia M 230 V 50 Hz
Sweden C, F 230 V 50 Hz
Suíça C, J 230 V 50 Hz C somente no formato CEE 7/16.
Síria C, E, L 220 V 50 Hz
Taiti A, B, E 110 V e 220 V 60 Hz/50 Hz Ilhas Marquesas 50 Hz
Taiwan A, B 110 V 60 Hz Muitas tomadas são do tipo A. quando uma tomada é do tipo B, o aterramento não é conectado. Muitos equipamentos tem plugues do tipo A porem alguns tem plugues do tipo B. Plugues feitos nos Estados Unidos encaixam nas tomadas. Tomadas de 220V para unidades de ar condicionados.
Tajiquistão C, I 220 V 50 Hz
Tanzânia D, G 230 V 50 Hz
Tailândia A, B, C, F 220 V 50 Hz Tomadas de hotéis e construções novas são feitas para os tipos B e C as quais aceitarão plugues do tipo A, B e C enquanto que tomadas em prédios antigos são do tipo A. As do tipo F são usualmente utilizadas pro ar condicionados e equipamentos de alta potencia, fogões e fornos. Um plugue de 3 pinos que se encaixa somente nas tomadas do tipo B/C está sendo muito utilizada.
Togo C 220 V 50 Hz Lome 127 V.
Tonga I 240 V 50 Hz
Trinidad & Tobago A, B 115 V 60 Hz
Tunísia C, E 230 V 50 Hz
Turquia C, F 230 V 50 Hz
Turcomenistão B, F 220 V 50 Hz
Uganda G 240 V 50 Hz
Ucrânia C, F 220 V 50 Hz
Emirados Árabes Unidos C, D, G 220 V 50 Hz
Reino Unido G (D e M seen encontradas em construções antigas) 230 V (antigamente 240v) 50 Hz tolerância de voltagem de 230 V +10%/−6% (216.2 V á 253 V), a ser ampliada para 230 V ±10% (207 V a 253 V) em 2009. O sistema de fornecimento de eletricidade será mantido em 240v rms. Uma tomada do tipo 'shaver' (similar ao tipo C) e muitas vezes encontrada em banheiros que fornecem eletricidade a equipamentos de baixa voltagem. Elas geralmente tem uma tomada de 110 V junto com 240 V, ou uma chavinha para selecionar a voltagem, ou também tomadas etiquetadas com 115 V e 230 V. As do tipo G tem muitas vezes uma chavinha de liga e desliga. Um ponto central de 110 V aterrado é muitas vezes usado para que seja transformada a corrente em usos de equipamentos industriais e ferramentas. Plugues do tipo IEC 60309 e conectores são usados de forma industrial e em instalações residenciais. Plugues do tipo D e M são usados em teatros e estações de TV.
Estados Unidos da América A, B 120 V 60 Hz padronização de 120 V. as empresas de fornecimento de eletricidade mantém uma distribuição entre 114 e 126 V. 240 V/60 Hz usadas para equipamentos pesados, secadoras de roupas, fornos elétricos, aquecedores de água e ar condicionados. Prédios com mais de uma linha de distribuição tem 120 e240 V disponíveis. Tomadas do tipo B são agora exigidas nas novas construções. Um T-slot do tipo B é acondicionado para 20 ampere para uso um cozinhas e outras aplicações de 120 V.
Uruguay C, F, I, L 230 V (antigamente 220v) 50 Hz Tipo F está se tornando mais freqüente por causa do aumento do numero de computadores. Neutro e positivo são invertidos como no caso da Argentina.
Usbequistão C, I 220 V 50 Hz
Vanuatu I 230 V 50 Hz
Venezuela A, B 120 V 60 Hz Tipo G em casas 220V para ar condicionado e equipamentos de alta potencia.
Vietinã A, C 220 V 50 Hz Tipo A é usado por lei no Sul e no norte (seguindo o acordo da fronteira de pré-unificação 17 graus norte). As do tipo G são achadas em hotéis de luxo, principalmente aqueles construídos pelas construtoras Singapureanas e de Hong Kong. Mas as do tipo G nunca são encontradas em casas e em escritórios.
Ilhas Virgens A, B 110 V 60 Hz
Samoa Ocidental I 230 V 50 Hz
Yemen A, D, G 230 V 50 Hz
Zámbia C, D, G 230 V 50 Hz
Zimbabwe D, G 220 V 50 Hz

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